Objectivo
cumprido!
Obrigada a todos pelas palavras.
Obrigada, Sofia.
10 de outubro de 2007
8 de outubro de 2007
7 de outubro de 2007
Hamlet
Muito muito bom. Palavras fortes. Actores fortes. Diogo Infante no seu mais que melhor. Cadeiras incómodas e já habitual azar com o vizinho do lado. Grande ida ao teatro.
Não me deixeis roer pela ignorância, senhor.
Não me deixeis roer pela ignorância, senhor.
5 de outubro de 2007
4 de outubro de 2007
É que há coisas que merecem um post!
Esta é uma delas. Hoje conheci pessoalmente o meu velho amigo blogosférico, Tio Jorge, num tenebroso bar lilás de uma renomada instituição privada de ensino superior . Uma emoção. Mesmo.
3 de outubro de 2007
Não gosto ...
de amarelo,
da voz do Luis Represas,
de cheiros doces,
de mousse de chocolate,
de tomate nas saladas de alface,
de me esquecer do telemóvel em casa,
de não usar relógio,
de nódoas na roupa.
da voz do Luis Represas,
de cheiros doces,
de mousse de chocolate,
de tomate nas saladas de alface,
de me esquecer do telemóvel em casa,
de não usar relógio,
de nódoas na roupa.
2 de outubro de 2007
1 de outubro de 2007
Três considerações da maior importância...
1. Tenho uma amiga a renascer. Saíu gradualmente, tal como os períodos históricos ou artísticos, da erradamente chamada Idade das Trevas e está a transformar-se num Brunelleschi, prestes a criar uma das obras mais importantes do magnífico Renascimento - a cúpula da Catedral de Florença. É uma alegria para mim vê-la renascer e puxar por mim numa altura mais turbulenta. Uma alegria das grandes.
2. Ando a receber telefonemas engraçados que têm por objectivo fazer-me rir. É o caso de um que o meu cunhado me fez hoje, no qual comparou "certos eventos" a um combate de karaté, no qual o importante é saber quem é que "vai ao tapete". Muito bom. Obrigada.
3. Em fase turbulenta e pela 1ª vez desde que me lembro, não ando a roer unhas até à raiz. Estão para aqui grandes, arranjadas e comme il faut. Quem me conhece sabe que isso é de admirar.
Tenho dito.
2. Ando a receber telefonemas engraçados que têm por objectivo fazer-me rir. É o caso de um que o meu cunhado me fez hoje, no qual comparou "certos eventos" a um combate de karaté, no qual o importante é saber quem é que "vai ao tapete". Muito bom. Obrigada.
3. Em fase turbulenta e pela 1ª vez desde que me lembro, não ando a roer unhas até à raiz. Estão para aqui grandes, arranjadas e comme il faut. Quem me conhece sabe que isso é de admirar.
Tenho dito.
30 de setembro de 2007
Always look on the bright side of life
Os Monty Python são inimitáveis, é certo. Mas são inspiradores. Muito inspiradores. Inspiraram cinco actores portugueses, que, pelo que li aqui e alí, já foram criticados de diversas formas. Eu vi, ri-me a bom rir, até às lágrimas. A prestação é boa, é acima de tudo uma homenagem à inspiração. O Miguel Guilherme, do qual sou fã (lembram-se do Gauguin a conversar com o Boticelli, num velho programa do Herman?) continua extraordinário. O José Pedro Gomes, idem, o enorme Bruno Nogueira sabe-se portar muito bem em palco, o António Feio continua do melhor e o Jorge Mourato é um piadão. Gostei muito. Prefiro os espaços de teatro tradicionais mas gostei de conhecer o Casino de Lisboa. A senhora que estava sentada ao meu lado não foi capaz de rir uma única vez. Bem aventurados os bem humorados. Always look on the bright side of life, dizem eles, o lado fixe da vida.
29 de setembro de 2007
Hoje, pequeno almoço no Chiado com uma amiga cujo convívio tem 30 anos, correspondentes à idade dela. Visita à Kiehl´s, uma loja a não perder. Cara e irresistível. Troca de presentes de anos mútuos e muito atrasados. Na despedida, tropeçamos no irmão, convívio de 31 anos, correspondentes à idade dele. Almoço no Casanova, com a excitação das crianças e a certeza de que com os anos passados e a presença da terceira geração (nós somos a segunda) permanecemos juntos e o riso continua fácil e evidente, como sempre. Junta-se outro amigo de muito tempo. Almoça-se. Segue-se a casa de um outro amigo de muito tempo, para assuntos de trabalho. Conversa-se. Conversa-se. Lancha-se em C.P (casa pais). Segue-se a vinda do pai de família, que está no trabalho, longe, e vem para casa debaixo de chuva. O próximo destino é a adaptação dos Monty Python no Casino de Lisboa. Mais um dia cheio! 28 de setembro de 2007
Sexta-feira
Manhã. Belém. Eu sentada à beira rio a ler. Tudo vazio porque são 8h20. Maravilhoso. Completamente terapêutico. Sigo a pé até ao À margem, para uma infusão de menta e verbena. Vou ao supermercado para os frescos da semana.
Tarde. Casa. Sesta de 20 minutos no sofá. O dia está mesmo bom.
Meio da tarde. Crianças. Escola. Lanche.
Fim de tarde. Arranjo de mãos em cabeleireiro sinistro de grande superfície comercial, com o mulherio todo aos gritos. Chegada a casa. A M80 toca isto, que não ouvia à vontade desde os meus 17/18 anos. Sessão de pé de dança com o mais velho, fora do carro, na garagem, com música aos gritos, felizmente sem o olhar escandalizado de um vizinho a passar.
Bom fim de semana!
Tarde. Casa. Sesta de 20 minutos no sofá. O dia está mesmo bom.
Meio da tarde. Crianças. Escola. Lanche.
Fim de tarde. Arranjo de mãos em cabeleireiro sinistro de grande superfície comercial, com o mulherio todo aos gritos. Chegada a casa. A M80 toca isto, que não ouvia à vontade desde os meus 17/18 anos. Sessão de pé de dança com o mais velho, fora do carro, na garagem, com música aos gritos, felizmente sem o olhar escandalizado de um vizinho a passar.
Bom fim de semana!
27 de setembro de 2007
Estou a esforçar-me por perceber porque é que os grandes conhecedores da experiência da vida, que já passaram por isto que eu ando a respirar por estes dias, me perguntam inconveniências e me fazem comentários desnecessários. Começa a ser perigoso sair para almoçar. Daqui até alí, no meu habitual momento de refeição, tropecei em 4, que me disseram as mesmas coisas. Ainda bem que pelo meio ouço palavras de incentivo, o silêncio dos amigos, a paciência e a compreensão da família e a certeza de que a vida já me presentiou com tantos maus desafios que este poderá não ser mais um. Ainda bem que pelo meio do meu trajecto trabalho - prato - trabalho, encontrei uma mãe que é um exemplo de vida, que se orgulha de mim enquanto produto final da sua sabedoria e inteligência superiores. Ainda bem que pelo meio disto, observei um "pé de gesso" onde não imaginava encontrá-lo, o que me fez pensar como é que ainda há meias brancas por aí, escondidas debaixo de fatos escuros e mocassins pretos. Ainda bem que tenho alegria dentro de mim, mesmo quando ando a respirar ares difíceis.
26 de setembro de 2007
Sobrinhos
Emprestados. Um rol que já conta com alguns. Os legítimos são 6. Os emprestados são mais do que 6 mas não muito mais que isso. Hoje lembrei-me de dois que são especiais. Um porque vem a caminho, falta muito para chegar mas lembra-me o irmão mais velho, que foi o primeiríssimo sobrinho emprestado que tive. Foi uma alegria, o seu nascimento. Uma excitação, já lá vão ... uma data de anos. Outra porque faz anos hoje e é uma força da natureza. O seu nascimento, numa fase em que já não havia para mim a emoção do primeiro, foi à sua maneira um milagre, uma alegria, um alívio. São os dois prova de uma coisa. Os nossos amigos/amigas, quando unidos a nós por uma amizade verdadeira, de certezas acicatadas e confiança quase cega, têm por vezes um percurso de vida que prevê o nosso futuro e roça o nosso passado. Isto é de uma força incrível, que se calhar poucos percebem. A verdade é que os meus amigos são, e foram sempre, um alicerce da maior importância e por isso os filhos deles vão ser sempre meus sobrinhos. Emprestados, ou não.
J´ai besoin de chance
Contrariando preocupações de teor científico, entregando-me à futilidade, decidi, não abandonando o Happy, que continua como preferência nº1, inovar no perfume. Depois de levar a senhora da perfumaria ao desespero, depois de cheirar quase todos os frascos da loja... inovei. Isto porque sou capaz de fazer uma cronologia da minha existência com cheiros. Os meus e os dos outros. Lembro-me de todos os perfumes que usou a minha mãe, o meu pai, a minha irmã (o meu irmão nunca usou perfumes na vidinha dele), há anos e anos atrás. Lembro-me de todos os que usei. Quando. Onde. Muitos foram deixados de lado porque me lembram enjoos de gravidez. Acho até que sou capaz de identificar o estado de espírito matinal do Pai só pela selecção da vasta gama olfactiva que mora na sua prateleira do wc. Hoje tive a tentação de trazer um ou outro que usei e de que gosto mas decidi que há alturas na vida em que um cheiro novo é imprescindível, nem que seja para daqui a uns tempos o identificar com esta fase e nunca mais o usar. Mas este cheirou-me bem, o francês é a minha segunda língua e eu estou a precisar de muita, muita chance. Talvez seja um bom sinal ter tropeçado nele?
Anti-idade
É mau quando chegamos à conclusão de que a pele está a mudar e começa a pedir aquelas coisas complicadas que já vêm munidas de tampas douradas (para distinguir os frascos dos meros hidratantes), com factores anti-idade e anti-gravidade. É a pele a deixar de ser lisinha e brilhante. O prazer dos 31, quase 32. Há-que de adquirir novos frascos, essa é que é essa.
25 de setembro de 2007
Lá vou eu
A BN espera por mim. Lá vou eu, esperar horas por 3 volumes, levar com a "simpatia" das funcionárias, sentar-me na maravilhosa varanda e esperar pelo som das 4 rodinhas lentas, lentas, do carrinho de transporte. Lá vou eu.
Florais Dr. Bach
24 de setembro de 2007
Delírios e eu
Chama-se Carmen, da família Furla. Será a próxima, não sei para quando, pois que valores mais altos se levantam. Está adiada desde o Inverno passado. Em deep blue, pele lisa. Há-de ser, há-de.
Asfixia
Ainda a propósito da minha rotina matinal, tenho a certeza absoluta de que, no semáforo do Cais do Sodré, se deixasse a janela do carro aberta, ficava tão atulhada de jornalada - Metro, Meia hora, etc, etc - que ficava com o habitáculo (palavra técnica, esta...) preenchido, a ponto de só se ficar a ver um par de olhinhos. Que praga!
23 de setembro de 2007
21 de setembro de 2007
Há rotinas?
Todos os dias, às 8h10, passo no Rossio. Todos os dias. A cena repete-se de uma forma estranha: um casal está encostado a um gradeamento. Ela dá-lhe um beijo na cara. Do lado direito. Ela é loira. Ele moreno. Ele ri-se. O gesto é surpreendentemente igual, digno de uma máquina. A sensação que tenho é a de que o disco está riscado. Há rotinas, há. Aquele beijo e a minha passagem por ele. Todos os dias.
20 de setembro de 2007
18 sorrisos
Quatro da tarde. Festa. 18 crianças. Eu. Mães. Muitas mães. Eu em estado de bicho do mato que não tem vontade de conviver. Presentes. Lanche. Palhaços, 2. Lembro-me de mim, que sempre odiei palhaços. Lanche. Bolo. Presentes. 1 criança, tão bonita, tão bonita mas tão bonita... "vais ser um homem lindo de morrer, benza-te Deus", a mãe correspondente com uma das malas dos meus sonhos (para quem ainda não sabe, este bicho do mato adora malas). 2 crianças que não me largam o colo. Acham-me divertida, "és querida, és tão divertida". Divertida, eu? Extraordinário. Constantes "quero fazer xixi". Vamos. "Tome conta deles, por favor, vou com x e y à casa de banho". Os sorrisos. As gargalhadas. A inocência. O sabermos que um dia também os 18 vão saber o que custa a vida. Que bom vê-los a brincar, sem problemas, sem responsabilidades, sem conta no banco. 18. Alegres. Felizes. Respirei fundo. Ri-me sozinha. No fim, falei com mães e pais de uma simpatia aconchegante. Trouxe para casa uma filha feliz. Com presentes novos e uma alma cheia de alegria. O bicho do mato está moído. Directamente saído debaixo de 1 camião. Com a cabeça preocupada mas com a alma preenchida com 18 sorrisos.
19 de setembro de 2007
18 de setembro de 2007
Primores da Tv
Sou fã da RTP Memória.
Divirto-me a ver algumas coisas que por alí passam.
A última foi um programa chamado Jet7. E eu pergunto:
Onde pára esse primor que dá pelo nome de Cristina Caras Lindas?
Hum?
Divirto-me a ver algumas coisas que por alí passam.
A última foi um programa chamado Jet7. E eu pergunto:
Onde pára esse primor que dá pelo nome de Cristina Caras Lindas?
Hum?
17 de setembro de 2007
Almoço
Lá fui almoçar, sozinha. Detesto almoçar sozinha.
Decidi nunca mais comer massa com molho de tomate tendo vestidas umas calças beiges. Nunca mais. Quando acabei de almoçar, eu e as minhas nódoas (às quais sou radicalmente sensível) resolvemos passear para fazer a digestão. E Lisboa tem destas coisas. Num jardim, um trabalhador das obras, sentado num banco, a tocar saxofone. Maravilhoso. Fiquei extasiada a ouvir e a ver. Até me esqueci das ditas nódoas.
Recomendação da S.
Muito bom.
Especialmente recomendado para se deixar levar no ritmo do trabalho.
www.musicovery.com
www.musicovery.com
15 de setembro de 2007
14 de setembro de 2007
De 3 a 4 para 1
Soundtrack # 6
A rúbrica soundtrack estava em atraso.
Fica Rui Veloso, uma referência de sempre.
O prometido é devido.
Fica Rui Veloso, uma referência de sempre.
O prometido é devido.
13 de setembro de 2007
12 de setembro de 2007
11 de setembro de 2007
Coisas...
Uma das coisas que mais detesto no meu papel de "encarregada de educação"? As malfadadas reuniões de pais.
Tenho dito.
Tenho dito.
Dois irmãos e um sofá
- Mana, faz-me festas na cabeça.
- Se queres festas, é nos pés. Na cabeça não.
- Está bem...
- Pronto, estou farta de te fazer festinhas.
- Queres que te faça a ti?
- Não, quero ver o filme.
- Obrigado, mana.
- Se queres festas, é nos pés. Na cabeça não.
- Está bem...
- Pronto, estou farta de te fazer festinhas.
- Queres que te faça a ti?
- Não, quero ver o filme.
- Obrigado, mana.
Há muito tempo,
10 de setembro de 2007
9 de setembro de 2007
8 de setembro de 2007
Cruzes....
O meu sofá. Eu. Almoço despachado. Ponho-me na ronha a ver o top do que mais se compra em termos de música. Sou das que não presta contas a ninguém do que gosto de ouvir. Chacun son goût e mais nada. Ouço o que me apetece mas não duvido que o gosto português para o musicol às vezes parece suspeito.... É Toy, é Michael Carreira.... Vale ao Top a colactânea do Zeca Afonso e a Mariza, que não passa nas rádios porque o genuíno fado sofre o preconceito mas como agora pode levar o Grammy já se deve falar nela para mostrar o orgulho nacional. O número 1 do top vai para as tais Chiquititas, cujas personagens cantam com a evidente ajuda de máquinas diabólicas. Vem depois o Kizomba e os brasileiros de betão. A música é importante, diz de mim, diz de nós, diz do lado sociológico de um povo. Ó gente da minha terra....
7 de setembro de 2007
6 de setembro de 2007
Ter um blog
Isto de ter um blog tem que se lhe diga. O LA chamou aldeia à blogosfera, há uns tempos. Hoje, remeto para aqui. Leiam. O autor partilha um momento difícil e agradece as palavras que o confortaram. Chama-lhe - ao acto de ter um blog -, um acto de vaidade. Talvez. Acho acima de tudo terapêutico, porque é um espaço de partilha e de catarse. De facto, aqui há amigos, os que se conhecem e os que se conhecem mesmo nunca tendo sido vistos. Obrigada por virem cá.
5 de setembro de 2007
4 de setembro de 2007
A lida da casa
A meio da limpeza semanal, atendendo a quem quem trata do assunto está off, decreto, com todos os meus pulmões e a minha alma que estou de acordo com aquela maravilhosa música dos Ena Pa 2000, segundo a qual, na lida da casa não há alegria. Diz também que o Sala não sai da telefonia, coisa que, felizmente, aqui não se dá. Ouve-se Supertramp. Acabei a sala. Faltam-me os quartos e os wc. Lucky me.
3 de setembro de 2007
O tempo a passar....
Hoje, numa Zara.
- ... gostas destes ténis? São giros....
- hum hum
- hum hum? Gostas ou não? São para os teus pés, certo?
- ó mãe, gosto.
- queres levar ou não?
- mãe, pode só esperar que eu acabe de ler aqui o que estou a ler sobre o jogo de ontem?
- ... gostas destes ténis? São giros....
- hum hum
- hum hum? Gostas ou não? São para os teus pés, certo?
- ó mãe, gosto.
- queres levar ou não?
- mãe, pode só esperar que eu acabe de ler aqui o que estou a ler sobre o jogo de ontem?
Nota: O jornal era o Metro, sorrateiramente retirado de um expositor. O jogo foi o do Sporting. A figura tem quase 7 anos e já me pede que espere um bocadinho, porque está a ler o jornal...
2 observações
Vi uma freira, a atravessar uma passadeira, de crocs.
Sou completamente intolerante a crianças antipáticas e deseducadas.
Sou completamente intolerante a crianças antipáticas e deseducadas.
1 de setembro de 2007
Ainda Berardo
© http://www.sintravox.comValeu a visita ao núcleo Art Déco, no antigo Casino de Sintra. Boa colecção. Boa "arrumação". Bom arranjo museológico. Gostei particularmente das peças Lalique e dos exemplares publicitários. Vale a pena.
31 de agosto de 2007
29 de agosto de 2007
28 de agosto de 2007
27 de agosto de 2007
E pior ainda?
A comida da mãezinha e a da D. Irene.
O doce feito com as pêra apanhadas no jardim,
O rosbife,
Os crepes para a criançada,
Os kilos, a engorda.
O doce feito com as pêra apanhadas no jardim,
O rosbife,
Os crepes para a criançada,
Os kilos, a engorda.
O pior das férias?
Desfazer as malas,
Tratar da roupa,
Ir abastecer o frigorífico ao supermercado.
É sempre bom voltar a casa...
E à blogosfera!
Tratar da roupa,
Ir abastecer o frigorífico ao supermercado.
É sempre bom voltar a casa...
E à blogosfera!
19 de agosto de 2007
18 de agosto de 2007
Para o Lauro
É uma das prestações do Herman de que mais gosto. Ao "original", o Lauro, que faz anos hoje, deixo aqui um beijinho de parabéns. Conte muitos. Muitos mesmo.
17 de agosto de 2007
As minhas 7 maravilhas
A Miss K pediu-me que escolhesse as minhas 7 maravilhas. Não é uma tarefa fácil mas dá que pensar. Cá vão. Não costumo desafiar ninguem, excepcionalmente, desafio aqueles que me costumam vistiar. Porque pensar no que é mesmo mesmo nosso, faz muito bem.
1.
1.
O meu avô, que me ensinou o sentido da amizade de uma maneira marcante, inesquecível. Está sempre comigo. Sempre. Tenho muitas saudades de conversar com ele.
2.
2.
A minha memória. As coisas que vivi e que deixaram marca. As boas, que foram muitas e as más, que me fizeram crescer. É minuciosa e rica.
3.
3.
Os meus filhos. Esses sim, perpetuam-nos naquilo que andamos cá a fazer. O pai deles, por 11 anos de história. Os meus pais e os meus irmãos, que fizeram de mim o que sou.
4.
4.
Os meus amigos. Estiveram, estão e estarão sempre presentes. São de ferro.
5.
5.
Os livros que gostei de ler e a música que gosto de ouvir.
6.
6.
A casa de família, na abençoada Beira Alta, onde estão (também) as minhas origens. Onde me sinto descansada. Onde as paredes, as árvores e as pedras guardam a vida dos meus antigos.
7.
7.
A Arte. Os brancos e azuis.
O meu cabelo!!!!!!
Alguém me sabe dizer o que se faz a uma terrível queda de cabelo?
É que a coisa está tão mal que saem tufos e tufos.
Estou a ficar assustada...
É que a coisa está tão mal que saem tufos e tufos.
Estou a ficar assustada...
15 de agosto de 2007
14 de agosto de 2007
Fobias
Hoje, pela manhã, vi uma barata tão grande, tão grande, tão grande e de tal maneira nojenta que tive que engolir uma água das pedras para me recompôr.
Bahhhhhhhh!
13 de agosto de 2007
Chiado: Agosto ou Dezembro?
Esta tarde fiquei baralhada... Tinha incumbências no Chiado e lá fui eu. Passei por uma Lisboa vazia e fresca e estacionei perto da Trindade. "De certeza que há lugares mais para baixo mas enfim, fica já aqui". Qual não é o meu espanto, quando me deparo com uma Rua Garrett apinhada de gente (com respectivas crocs, já se sabe). Japoneses, espanhóis, italianos - tudo.
A meio da rua, já um francês e um italiano me tinham perguntado coisas. Respondi. Na Nova do Almada encontrei uma senhora que me perguntou, num sotaque portuense, "onde é a entrada do meitro". Dei por mim a perguntar "como disse?" porque já estava confusa. Pedi desculpa e senti-me irritada por me lembrar que os brasileiros não percebem o que digo, o que me ofende cá o orgulho na língua... Se aquela senhora me chamou "moura de raio", mereci-o, sem qualquer sombra de dúvida.
Fiz as tarefas, tentei comprar café mas a fila ía até à Casa das Peles. Olhei para cima mas não vi enfeites de Natal... Mais baralhada fiquei. Segui caminho. Os tecidos Souza, aquela loja cheia de histórias, deu lugar a uma Boss. Vim-me embora sem café mas com Monty Python em português guardadinhos no bolso.
A meio da rua, já um francês e um italiano me tinham perguntado coisas. Respondi. Na Nova do Almada encontrei uma senhora que me perguntou, num sotaque portuense, "onde é a entrada do meitro". Dei por mim a perguntar "como disse?" porque já estava confusa. Pedi desculpa e senti-me irritada por me lembrar que os brasileiros não percebem o que digo, o que me ofende cá o orgulho na língua... Se aquela senhora me chamou "moura de raio", mereci-o, sem qualquer sombra de dúvida.
Fiz as tarefas, tentei comprar café mas a fila ía até à Casa das Peles. Olhei para cima mas não vi enfeites de Natal... Mais baralhada fiquei. Segui caminho. Os tecidos Souza, aquela loja cheia de histórias, deu lugar a uma Boss. Vim-me embora sem café mas com Monty Python em português guardadinhos no bolso.
12 de agosto de 2007
Boa notícia
Os melhores momentos dos Monty Python (será possível escolhê-los?), a partir de 18 de Setembro, no Auditório dos Oceanos do Casino de Lisboa. Com Miguel Guilherme, José Pedro Gomes, Bruno Nogueira, António Feio e José Mourato. Bilhetinhos à venda. Estou lá.
11 de agosto de 2007
10 de agosto de 2007
e por falar em bic...
Em gostando de anúncios antigos, maravilhe-se também aqui...
É uma verdadeira viagem ao passado, que vale mesmo a pena!
É uma verdadeira viagem ao passado, que vale mesmo a pena!
9 de agosto de 2007
Balanço de um dia
É maravilho quando nos enganamos e somos surpreendidos positivamente por alguém.
É inacreditável quando, dado o estado do planeta, o javardo do carro da frente atira um copo de plástico e um maço de tabaco vazio pela janela.
8 de agosto de 2007
7 de agosto de 2007
Elas "andem" aí...
Parece que voltaram.
Para mim, nunca chegaram propriamente, até porque eu sou mais cd´s e menos radiola. No entanto, parece que andam por aí, não sei bem a fazer o quê. Aqui fica o registo. Lembram-se?
6 de agosto de 2007
Ainda a propósito da Fotografia ...
... não é demais lembrar os clichés de Joshua Benoliel. Aqui, a antiga Havaneza, no princípio do século XX. Retirada daqui, com a devida referência.5 de agosto de 2007
Incursão ribatejana
Num fim de semana em que o pai da família esteve a trabalhar, esta fez a mala e mudou-se para um hotel rural. Mergulhos na piscina, almoços e jantares a preceito e visitas culturais de excepção. A Casa dos Patutos, em Alpiarça, projectada por Raúl Lino e habitada por José Relvas, esteve à altura da minha imaginação mas foi largamente ultrapassada pelo estúdio de fotografia do pai, Carlos Relvas, na Golegã. Uma casa magnífica, um exemplo notável de projecto museológico. A visitar, mesmo.
© http://acultura.no.sapo.pt
3 de agosto de 2007
2 de agosto de 2007
Coisas que se ouvem numa manhã de praia
Lá fui eu, com 2 + 1. Chegada à areia, distribuídas toalhas, formas, baldes e afins, protector em punho, sento-me e começo a apreciar...
"ó môr! esquecestes-te da mortandela? quê? a mortandela! eu pedi-te o papo seco com mortandela! ó pá môr esqueceu-me, desculpa",
"onde é que ela está? a menina? sim...foi mijar",
"vós acertais e magoais alguém...porra Leandro, não se diz vós, diz-se vocês!",
Coisa tão instrutiva e enriquecedora!! Valeu-me o azul do mar... e a companhia. É claro que quando mandei a miudagem para a brincadeira, lembrei-me da Rita Blanco, no Tráfico:
"Ó Jesus, vai cavar buracos...."
"ó môr! esquecestes-te da mortandela? quê? a mortandela! eu pedi-te o papo seco com mortandela! ó pá môr esqueceu-me, desculpa",
"onde é que ela está? a menina? sim...foi mijar",
"vós acertais e magoais alguém...porra Leandro, não se diz vós, diz-se vocês!",
Coisa tão instrutiva e enriquecedora!! Valeu-me o azul do mar... e a companhia. É claro que quando mandei a miudagem para a brincadeira, lembrei-me da Rita Blanco, no Tráfico:
"Ó Jesus, vai cavar buracos...."
1 de agosto de 2007
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