2 de maio de 2008

29 de abril de 2008

26 de abril de 2008

Fobias

Pronto, tenho direito às minhas fobias. Irrita-me esta coisa de chegar um dia de calor brutal e desatar tudo a ir para a praia. Eu cá preciso de uma mentalização: comprar os protectores, preparar, fazer a lista da roupa que preciso comprar para o Verão, preparar a minha cabeça para a areia - sim, odeio areia. Hoje por exemplo, adquiri sapatos para Verão. Não tinha nenhuns. Nem para mim nem para os meus dependentes. E toca a gastar dinheiro. Por isso, lamento mas para estas coisas tenho picos a sério, chateia-me a histeria das idas fulminantes para a praia. E não, não sou esquisitinha, gosto de mar, de sol, de banhos de água salgada. Neles, passo de ouriço a foca. Só não gosto de fazer praia muito tempo de seguida. Canso-me. Bom na praia é ler. E isso, com crianças, nem sempre é evidente. Donde, praia ainda não. Até porque, lamento informar, a chuva ainda vem aí. Ah pois é. Splash.

24 de abril de 2008

da Cidade Santa

ou a evocação notável da história de um povo, despertando o ritmo.

23 de abril de 2008

Pronto. É oficial.

Estamos pela hora da morte. Hoje, só hoje, deixei o carro na revisão. Paguei-a. Descobri que preciso de dois pneus novos. Paguei-os. Ganhei, de oferta, uma ida à inspecção. Menos mau. Interroguei pidescamente o senhor sobre o porquê de me estar a oferecer uma ida à inspecção. Ah e tal, bla bla bla. Pois. Está bem. Andei num metro com um bilhete de 1,25 euros. "Credo, quando usava isto todos os dias isto custava 0,60 e agora já vamos qui?" Pensei. Com uma infecção monstra num dedo do pé, fui a Cascais arranjá-lo (los). Cascais sur mer tem isso de bom: respira-se bem e levamos com a boa disposição dos trópicos. Substituimos momentaneamente o "ai vamos andando" pelo "tudo beleza". Vá lá, vá lá, paguei 17 euros, berrei com dores e saí aliviada. Entrei no Ribeiro, essa grande instuição com recente sucursal em Cascais, onde adquiri um "rim" para o pai, um café para mim e duas pastilhas Gorila e pimba: 3 euros. Mais tarde, enchi o depósito com 50 euros. Quando tirei a carta, enchia o deposito com 20 euros. Estamos pela hora da morte. Estamos mesmo pela hora da morte e estou a considerar passar a andar a cavalo...

22 de abril de 2008


Porque não como uma pirâmide há anos
e porque ainda não adquiri o meu desejado Fabrico Próprio.

Daqui, já se sabe.

18 de abril de 2008

Do que hoje se ouve nas rádios:

"Nunca fiz, não faço e não fazerei". Pois, quem raramente tem dúvidas tem destas coisas. O que vale é que falhas na linguagem todos nós temos...

16 de abril de 2008

Boas notícias.

S., prepara o estágio. Pai, prepara o material.



Grey´s Anatomy, regresso para dia 24,
Brothers and Sisters, regresso para dia 20,
Moonlight, regresso para dia 25.

13 de abril de 2008

No Teatro Aberto


E vale a pena ver trabalhar a Beatriz Batarda.

10 de abril de 2008

8 de abril de 2008

O Império dos Pardais

Um romance histórico a sério. Por um historiador a sério.
Isso marca a diferença e torna difíceis as pausas na obra.

João Paulo Costa, O Império dos Pardais, Temas & Debates.

4 de abril de 2008

2 de abril de 2008

Dia Mundial do Livro Infantil

A comemorar pelas crianças e pelos adultos que gostam de livros infantis...



31 de março de 2008

GNR + GNR

Dia 28, no Pavilhão Atlântico.

28 de março de 2008

Boston Legal

A próxima maratona. Três temporadas de seguida. Donde concluo que a minha escolha de séries está intimamente ligada ao meu complexo de Édipo.

26 de março de 2008

Mais informo,

que "blogo" no meu recuperado Vaio!

Há um ano, foi assim.


Foi praia, foi descanso, foi ambiente, foram siris, foram tartarugas, foi descomprimir, foi rir, foi música, foi sol, foi céu, foi mar, foram as pessoas, foi uma referência colectiva, foi um presente de Natal inesquecível, foi um país que é uma lição de vida por transmitir e ensinar a simples alegria de se ter o dom da vida, foi bom, foi muito bom.

24 de março de 2008

Ele chegou!

Na volta, depois de dez dias de sossego e muita leitura, importa trazer a notícia esperada. O meu Vaio, finalmente, está de volta. Aguarda em cidade próxima, quietinho dentro de uma caixa. Amanhã regressa a casa, são e salvo (espera-se). O Vaio ressuscita ao fim de um mês, nem mais, em menos!

13 de março de 2008


Aqui

Bonito

Bonito, bonito, é que o pagamento do meu Vaio, que correspondia a uma quantia astronómica, diminuíu para menos de metade. Pois é. O pai diz que eu tenho jeito para o negócio e vai-se a ver, devia fazer disto profissão. Deste modo, a peça chega a 24, há que contar com mais seis dias para trabalho e transporte e as minhas finanças não ficam assim TÃO doentes.

12 de março de 2008

é preciso









Aqui

Próxima febre

Não resisto

Depois da Cuga, depois do pai, eu.
Desculpa Cuga mas não resisto.
Vai ser o melhor Festival da Canção de sempre.

11 de março de 2008

Six degrees: próxima maratona

Do perdão

Um programa de dedicado à capacidade de perdoar. Casos incríveis de pessoas seriamente feridas, em experiências de quase-morte, que perderam a capacidade de viver como antes e que tiveram a grandiosidade de perdoar. São heróis. Pois são. Podemos levar a pancada e viver com ela mas é bem mais fácil carregar os efeitos da pancada se tivermos quem culpar. Se tivermos quem não perdoar. E depois, é viver no rancor. Quantas vezes, quantos de nós, levam a vida com preocupações de nada. O que disse uma mentira há seis anos, o outro que traíu a nossa confiança o ano passado, a tal que ficou com o que não devia ter ficado, aquele que teve uma prestação mais ou menos feliz, a tal que devia ter feito e não fez, já para não falar do outro que existe e não devia existir. Pois. Nada disso atenta contra a nossa vida. Nada disso derruba a nossa existência. Se tivéssemos todos a capacidade de perdoar, de olhar para a frente em vez de olhar para trás, de encarar o amanhã sem remoer o que já aconteceu, talvez tudo isto fosse mais saudável. O passado é um legado, não é um oráculo. O futuro, o devir, esses sim, podem ser melhorados. O resto, não é nada. E saber perdoar sem reservas, essa sim, é uma enorme virtude. Rara. Muito rara.

Pintores de génio? Este foi um deles.





Arcimboldo (1527-1593), Primavera, Verão, Outono e Inverno,
Musée du Louvre
, 1573.
Aqui

10 de março de 2008

Exacto!!!

É que a peça em falta, que é um monitor inteiro, só estará disponível no dia 24 de Março. Exacto!! Desta vez, fruto de um tratamento terapêutico que fiz no sábado (não, nem fui ao médico, nem estou medicada), consegui, com muita calma, expôr as minhas ideias. E assim se fica, entre mês a mês e meio, sem computador. Fazendo as contas entre o preço pago pelo pai no Natal e o preço pago por mim na Páscoa, para a próxima rezo-lhe uma intenção e vou comprar um novo. Credo...

O menino de Cabul

De Khaled Hosseini.
Um livro superior, sem sombra de dúvida.
Tão superior, que não vou completar a leitura com o filme.


9 de março de 2008

12.00

Pela primera vez, em largos anos, este Ouriço dormiu até ao meio dia. Meio dia!

7 de março de 2008

Joel Serrão (1920-2008)

O luto na História ou a perda de referências basilares.

Vaia-me Deus!

E a saga continua, já no segundo ou terceiro volume. Ligo pela manhã para saber do meu Vaio. Ah e tal porque falta a peça. "Falta a peça? Um monitor?" "Pois, sabe, você importa-se de esperar?" "Você não sei mas eu não me importo, se o senhor não se demorar". Pois. Afinal é o pagamento. Houve um engano no Iva. Foi-lhe debitado, no primeiro pagamento, o valor irlandês e não o português. Raios partam a minha vida.... Passei-me. Fiz as contas. "Ouça, o senhor está-me a querer dizer, que num pagamento de xxx e outro de xxx, o arranjo não avança por uns míseros 4,30 euros? Está a brincar comigo? Tendo eu avisado que o meu Vaio é um instrumento de trabalho?" Primeiro o orçamento, depois a peça, que é claramente uma treta e agora o Iva? Você??? Você não, a senhora. Aprenda comigo que não duro sempre. E respirei. O senhor vai-me ligar a partir da hora x, vai acertar o valor em dívida, vai proceder ao pagamento, vai despachar o arranjo do computador e vaio, vaio.... Vaio. E vaio oferecer-me ou um desconto, ou um acréscimo de 2 meses na garantia. Porque refilar, senhores, às vezes compensa.
E o mais triste, é que como eu sou mulher, num meio onde se fala de máquinas, por duas vezes me tentaram fazer passar por parva. E parece-me que, enquanto se insistir em comemorar o dia 8 de Março, o machismo vai continuar, em determinados meios e cabeças, a persistir. E agora Vaio-me embora trabalhar. Brevemente haverá notícias. Bom fim de semana.

5 de março de 2008

Elas

(a pensar nelas e na Aurea, hoje em especial)

Chegaram ao posto de trabalho e foram apresentadas como colegas. Tinham exactamente a mesma idade, produção de 1975. "Como está?", "como está?". Identificaram-se mas fizeram cerimónia. Durante muito tempo fizeram cerimónia. Um dia, um terceiro impôs o tratamento por tu. Foi respeitado entre pares mas elas não conseguiram tratar-se por tu. Foi difícil. Demorou uns tempos. Até ao dia em que se decidiu que, em definitivo, não fazia sentido que se tratassem de outra maneira. Falaram. Falaram muito. Trocaram ideias. Trocaram histórias. Trocaram angústias. Perceberam o gosto comum por livros e canetas. Trocaram angústias profissionais. Acompanharam uma gravidez. Viram crescer, dia para dia, uma barriga. Viveram, intensamente, os acontecimentos dessa mesma gravidez. Tanto que era impossível não serem elas para o resto da vida. Foram-se embora. Mantiveram os contactos em conversas mais espaçadas. As angústias da vida uniram-nas. Seguraram-se na passagem da ventania. Ela passou. Elas mantiveram-se de pé. Hoje, saboreiam a brisa. Apreciam o sol, apesar da diferença significativa nos horários balneares. Seguram-se simplesmente para viver. Hoje, quando brincam, esquecem o "tu" e tratam-se como no princípio. Elas existem faz agora uma data de anos.

Parabéns mano!

Pato a lembrar praia

Um restaurante não pensado para turistas, com decoração a preceito e uma chefe meia malásia, meia irlandesa, dedicada à cozinha de fusão, resultou num pão de cebola delicioso, com manteiga sem sal (mesmo como eu gosto), umas entradas muito boas, um maigret de canard com sabor ao cheiro do mar misturado com a areia e o protector solar, ou seja, um pato com o sabor do cheiro da minha toalha de praia - acredite-se ou não, a sensação é essa, o sabor a remeter para a memória olfactiva (se me contassem eu também duvidava) -, indescritivelmente bom, e para acabar um cheesecake de chocolate branco com molho de maracujá, do outro mundo (principalmente para quem, como eu, não é fanático por cheesecake). Em resumo, numa ida a Praga, contactar o Branco & Azul para outros esclarecimentos adicionais.

4 de março de 2008

Viagens

Vale a pena conhecer Praga. Um cidade bonita, que suporta o peso da História. Nós falamos falamos mas não fomos, felizmente, assolados pela II Guerra Mundial para depois, em jeito de consolo, viver anos a fio debaixo das directrizes comunistas. Queixamo-nos muito porque gostávamos de viver (ainda) das glórias dos Descobrimentos e queixamo-nos da Ditadura quando houve outras incomparavelmente piores. Somos o culto do desgraçadinho mas temos sol, mar, peixe e pastéis de nata. Diga-se que os checos não são assim tão antipáticos como os pintam. São só desconfiados, o que é compreensível. Em Praga, vale a pena andar a pé, vale a pena andar com o nariz no ar para ver monumentos que lembram contos de fadas. Vale a pena ver as marionetas, alguma maravilhosamente bonitas. Vale a pena ver (para mim só mesmo ver) os cristais da Bohémia. Vale a pena respirar História e fortalecer, cada vez mais, o respeito que ela merece. Vale a pena descrever, em post próprio, a melhor refeição da minha existência. Vale a pena.

E lá vamos nós

Chegada ontem de fora, aterro hoje no trabalho com a secretária amontoada de coisas para fazer. Eis que, do fundo da minha carteira, ouço o telefone tocar. É um +44. "Olá, queres ver que temos novidades?". Claro que sim. E hoje não estou mesmo com disponibilidade para posts mas "computador oblige". Ora então muito bom dia. Bom dia. Diga. Diga. Não temos boas notícias para si. Você (você é um dos pontos fracos dos meus terminais nervosos) tem que saber que a única solução é instalar um novo monitor. Sim senhor, já calculava. Vamos então proceder ao pagamento. Muito bem. Sabe que os valores alteram com a entrada do mês de Março. Perguntei-lhe, amavelmente, em que língua seria preciso dizer-lhe que não está a lidar com gente estúpida. Calou-se. Porque "o senhor", frizei eu em jeito de contrariar o "você" insistente dele, sabe que o orçamento foi dado há 8 dias e por isso deve ser respeitado. Em resumo? A saga continua hoje no seu dia mais triste, o dia em que a conta, astronómica, é paga. Na quinta feira, ao que tudo indica, regressa a bom porto.

to be continued

2 de março de 2008

Apontamentos do exterior

1. Parabéns Pai!!!!!!!

2. Dada a meteorologia local, tive de adquirir, pela primeira vez em largos anos, umas galochas (bendita Zara),

3. Comi ontem o que terá sido o melhor jantar da minha existěncia, cujo pormenor ficará para o regresso,

4. O meu Vaio continua na Alemanha.

1 de março de 2008

Ele vaio e já chegou

Directamente do "estrángeiro" para informar que, conforme averiguou o pai, e bem, o dito chegou a bom porto. Bom fim de semana, é o que daqui se deseja.

28 de fevereiro de 2008

A saga continua daqui a uns dias

Foi hoje, definitivamente, para arranjo.
Vamos ver se, quando e como volta.
Eu, entretanto, também vou (ou vaio) alí e já volto.
Com notícias frescas do dito, evidentemente.

27 de fevereiro de 2008

Como disse?

Alguém falou num Vaio acidentado por aqui? Como disse? O tal, estragado por acidente, o tal do mea culpa, o tal cujo arranjo vai dalí para aqui em linhas telefónicas? O tal que ía hoje para arranjo? Sim! Esse mesmo. É que não foi para arranjo. Esteve à espera, em cidade próxima, em local de trabalho alheio. E nada. Adivinhe-se! Liguei o tal 808. Hoje, para variar, uma australiana. Como a distingui de uma inglesa, perguntas tu, querida Cuga? À conta do Chase, claro e do Mick St John, meu amigo vampiro, também ele australiano. Bom. Ah porque ele foi recolhido na morada tal. Deixámos a caixa. Ai sim? E uma tal morada fora de Lisboa, onde expressamente pedi que fosse recolhido? Houve um engano, minha senhora. Respiro fuuuuuundo. Como disse? Bla bla bla. Bla bla bla? Então quer dizer, a cobrar, estamos bem, a funcionar, estamos mal? Como disse? Rebentei. Minha senhora, a culpa não é minha. Ah!!!! A culpa então é minha? É minha, de facto (mea culpa), fui eu que estraguei o meu computador. Não se exalte, minha senhora. Como disse? Não se exalte... Olhe, amanhã vão ao sítio combinado, buscar o meu computador, sim? A caixa deixada hoje, juntar-se-á ao meu Vaio. Ficamos assim combinadas. Como disse? Disse que estou cansada do raio da globalização. Lembro-me das vantagens do comércio tradicional. Nada como o Supermanos ou o Arnaldo. É mais caro é, mas o atendimento é personalizado, conhecem-me, tratam-me por "menina" e é só entregar o material no balcão. E falam parcamente comigo ao telefone, apenas quando necessário. Como disse? Tenho dito, tenho.

26 de fevereiro de 2008

25 de fevereiro de 2008

Efeitos da globalização

Ligo o número verde da Vaio. Um cabo verdiano explica-me que tenho que ligar para um 707 para registar o computador. Sim senhor. Atende um espanhol. Registo o dito. Tive um acidente e bla bla bla. Daqui a uma hora ligam-lhe com o orçamento. Sim senhor. Liga um francês com um português macarrónico e que não percebe o soletrar do meu primeiro e último nome. Que língua fala? Francês. Ainda bem, para ver se nos entendemos. E soletro. Ele Percebe. Merci. Au revoir. Estou numa reunião e volto a ligar para agendar a recolha. Volto ao cabo verdiano. A DHL vai buscar o seu computador a casa entre as 9 e as 5. Não estou. Terá de vir ao local de emprego. Sim senhora. O preço? Quanto? Posso voltar a ligar? Sim senhora. Acabo a reunião. Vou lá fora. Não para fumar um cigarro - não fumo. Simplesmente para respirar. É dinheiro. Não é a minha (nossa) saúde. Que se lixe. Partilho instruções com o pai, que, a propósito, foi quem me ofereceu o computador, com tudo o que isso tem implícito. Ligo. É o francês. Ah! A senhora do monitor. Sim senhor. Tento falar e não consigo. Porque isto cansa. Terei de ligar daqui a 1 hora para receber novo número de processo e combinar horas de recolha. Quanto? Muito. Mas afinal é só dinheiro e o dito vai ficar bom. Não volto a ser distraída, não. Em nome da minha saúde financeira. Merde. Viva a globalização. Sim senhor.

A Bimby segundo Pedro Rolo Duarte

"Sobre a Bimby, o robot de cozinha que se tornou “a minha melhor amiga” na cozinha, já escrevi e publiquei: “É tudo aquilo com que sonha uma cozinheira exímia, um homem sozinho a querer fazer jantar bem e depressa, uma família sem tempo. Uma máquina simples, prática, e com poucos botões (basicamente, três: velocidade, temperatura, peso), que faz tudo o que um microondas jamais sonhou saber fazer. Instruções claras dizem-nos passo a passo qual o caminho para um prato maravilhoso. E o resultado nunca engana. Olho todos os dias para a minha “Bimby” e pergunto-me: como vivi tantos anos com microondas e varinhas e robots de vão-de-escada? Onde andavas tu, minha querida “Bimby”?!” Leio agora num jornal espanhol que a Bimby – em Espanha chama-se Thermomix, nome bastante mais “prof”... – é responsável pelo maior número de novos clientes do banco “Citi Espanha”, que tem a exclusividade do crédito para a compra do aparelho (custa 900 euros). Das cerca de 100 mil operações de crédito ao consumo feitas pelo Citi em 2007, 15% terão ido direitinhas para a compra de máquinas “Bimby”. O mesmo jornal adianta que em Espanha se vende uma máquina por cada cinco minutos... Os detractores da “Bimby”, os que não percebem a “Bimby”, os que desdenham a “Bimby” em geral, pessoas que não conhecem o potencial do robot, seja para quem gosta de cozinhar e sabe, como eu, ou para quem não sabe nem gosta..., podem agora agarrar-se a mais um argumento. A “Bimby” também deixa os seus clientes presos a uma divida, juros, créditos."
Aqui

24 de fevereiro de 2008

Palavras mágicas

Viajar

essa é que é essa

Chatices informáticas à parte, hoje é dia de Óscares e vai-se a ver, não observo tal espectáculo já vai para muitos anos. Hoje, graças ao Meo, essa invenção extraordinária, vou gravar para amanhã ver com calma. O mais engraçado é que não vi nenhum dos filmes que vão ser referidos, no entanto, estou pela Cate Blanchett e pelo Daniel Day Lewis. Se o Johnny Depp ganhar também fico satisfeita.

Meu caro amigo,


Toma lá uma maçã verde.
Com Parabéns (nossos), evidentemente.

23 de fevereiro de 2008

Toranjas


Porque gosto mesmo de toranjas.
Para um fim de semana chuvoso e vitaminado.

22 de fevereiro de 2008

Preferencialmente da Wilkin & Sons.

Das compotas


Versão inglesa da Confiture de châtaignes, da Bonne Maman.

21 de fevereiro de 2008

A minha tv e eu

Ora eu sempre gostei de ver televisão. Sim, sim, não tenho problemas em assumi-lo. Antes isso do que ser como aquelas pessoas que gostam mas escondem. Se calhar nunca me senti mal com isso porque sempre li muito. Fui habituada a viver num ambiente cheio de livros e essa é uma das minhas melhores heranças, que hei-de transmitir aos meus. Logo, uma mão lava a outra. Hoje sou, contudo, selectiva nas minhas escolhas. Continuo a gostar de ver desenhos animados, filmes (recuso de há algum tempo para cá os violentos porque me trazem sérias perturbações de sono) e ganhei a pancada das séries. Porquê? Porque sim. Entretêem o espírito. Divertem. Ensinam alguma coisa. Ora essa tendência melhora substancialmente quando se tem FOX. Explico: de Grey´s Anatomy, House e Brothers and Sisters, passei a ter acesso a todo um mundo. E-ring (que bonzinhos e solidários na guerra são os americanos!), Prison Break 3 (pese embora não aguente muito mais tempo o sofrimento daquele homem) e Moonlight (um vampiro bonzinho no combate ao crime) fazem as delícias no meu serão no sofá. Outra vantagem: quando nos chegam em mais do que um episódio podem ser vistas em catadupa, à bruta, debaixo da manta e com meia de leite a acompanhar.

20 de fevereiro de 2008

18 de fevereiro de 2008

Coragem

Coragem para sair de casa. Coragem para pegar num carro. Coragem para descobrir caminhos alternativos. Coragem para enfrentar o trânsito. Coragem para enfiar o carro dentro de água. Coragem para a segunda-feira. Coragem para a semana. Coragem.

15 de fevereiro de 2008

13 de fevereiro de 2008

A força da força da História

"Esta semana, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque 'ofendia' a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu..."

40

Faz hoje 40 anos. Apareceu há relativamente pouco tempo, se entendermos mais ou menos 8 anos como pouco tempo. Tem a particularidade de estar como se sempre tivesse estado. É um dado adquirido. O que não espanta tendo em conta que lá para trás, lá bem para trás, dois dos nossos entes foram irmãos. E que irmãos! E nós, assim afastados, somos como que primos direitos. Em comum, a força extraordinária da genética (apesar de a proximidade ter largas décadas de afastamento) e a formação académica, que faz com que a cumplicidade seja mais acicatada. Faz hoje 40 anos e é uma das pessoas de quem eu mais gosto. Os meus / nossos parabéns em tão assinalável efeméride.

Gruyère

Rubrica "Viva o queijo"
(to be continued)

Parmigiano

11 de fevereiro de 2008

é isso e ...

Marquises. Lembrei-me delas hoje porque no Portugalex, o Aníbal e a Maria estavam a pôr a hipótese de colocar marquises em Belém, tendo em conta que "adoraram" os projectos do nosso Primeiro, lá para a década de 80. Apoquenta-me a doença da marquise. Devia haver uma vacina. É que uma marquise faz sentido quando aumenta uma divisão da casa. Não faz sentido quando se mantem a porta para a varanda e se insere um trambolho de alumínio para estantes de arrumos e baldes e estendais e restos dos brinquedos "do menino" mais as máscaras de Carnaval "da menina". Diga-se que no meu prédio, que tem uma varandas bem catitas, logo logo na primeira reunião de condomínio, alguém propôs as ditas. Até me senti mal. Felizmente, não passou. Até porque o "Presidente do Conselho", senhor que é dono de uma fracção mas que funciona como o dono das outras todas (medo...), se todos fossem a favor das ditas, ele seria contra porque ele está sempre do contra. Donde, viver com um ... (senhor) daqueles no mesmo prédio teria sempre a vantagem de evitar a boa da marquise.

10 de fevereiro de 2008

Irritante?

"I" com bolas em vez de pintas.
Muito irritante.

8 de fevereiro de 2008

É a palavra indicada para hoje.
Gargalhar.

Tv Credo

Isto sim, era gargalhar.
(por falar em livros)

7 de fevereiro de 2008

Muito improvável e muito bom

Era

Desapareceu há algum tempo. Faz parte daquela categoria de pessoas que desaparecem mas nunca desaparecem porque para quem fica não faz sentido que desapareçam e por isso nunca se acredita que desapareceram. E por isso ficam. Ficam sempre. Conheci-o mal. Não tive possibilidade de o conhecer melhor. Era "meu" por afinidade. Não me viu nascer. Não me viu crescer. Mas quando me viu a primeira vez, sorriu-me e eu fiquei-lhe. E ele ficou-me. Alto, porte de senhor. Não. Porte de grande senhor. No entanto, não era cheio de si. Não precisava. Era ele e isso bastava-lhe. Os olhos eram pretos, vivos, muito vivos. Esperto. Espertíssimo. Todo pela família. A vida inteira pela família. Bem disposto. Acutilante. Gostava muito de mim. Sem reservas. E eu dele. Muito. O "meu" por afinidade, quando chega à minha memória, faz-me sorrir, como ele. Deixou obra feita e bem feita. Curioso, para quem não teve filhos. Curioso. Ficou-me como uma referência. Deixou saudade. Mas ficou. Comigo. Connosco. No dia dos meus anos, a par do outro telefonema que me falha e me faz falta, o dele faz-me falta. Todos os anos desde que deixei de o receber. Era. Ficou.

Mar morto

Acabado outro Eça, resolvo colmatar uma lacuna literária de seu nome Jorge Amado. Alguns membros da família andam a ler Dona Flor e seus dois maridos (consta que é hilariante) e eu ando à procura de uma edição decente, que não tenha letras minúsculas, imprórias para o meu astigmatismo elevado, nem imagens da novela inspirada na capa. Não encontro. Vai daí, tropeço num Mar Morto da década de 1960, herdado e cheio da história. É grande (de bom), sei que vai deixar marca e apaga a ideia depressiva com que fiquei dos Capitães da Areia.

É doce morrer no mar.

6 de fevereiro de 2008

E disto também


Com chocolate, fruta aos quadrados e biscoitos, sendo que o material sai barato e chocolate pode ser preto, de leite ou branco. Está um blog pouco intelectual, pois está. Um amigo meu chama-lhe "guloso" mas ele há dias assim de futilidade e gulodice. Pronto.

Nós gostamos é de bolos


Daqui, claro.

Dias

Há dias numa profissão como a minha, realmente complicados. Apetece sair porta fora.

5 de fevereiro de 2008

Porque não é um cachimbo,

é a representação de um cachimbo.

4 de fevereiro de 2008

E porquê?


Magritte, La trahison des images.

Eu, hoje

Acordar, tomar o pequeno almoço, ir "à bica" e comprar pão, preparar almoço, mudar móveis à entidade materna, recolher um exemplar de referência do Fernando Namora (como quem não quer a coisa), programa da natação, fim da Trilogia de Nova Iorque (que maravilha), começo d´O Mandarim, banhos, jantar, fim de dia, amanhã há mais.

3 de fevereiro de 2008

Assim,

Assim sendo, do que se gosta nestes dias é do simples prazer de andar na rua com crianças vestidas de filhos, ou seja, sem palhaçadas e afins. Gosta-se de jantar com amigos e pôr a conversa em dia. Gosta-se de ir à missa e ouvir telemóveis a tocar (viva o "civismo"). Gosta-se de almoçar em família um cozido bom e depois voltar para casa e ouvir chover. Gosta-se de uma pausa no ritmo do dia a dia. Gosta-se, pois.

2 de fevereiro de 2008

Para variar

Porque não falava dele há algum tempo, porque vai dar na tv este fim de semana e arranjar o dvd não é tarefa fácil.

1 de fevereiro de 2008

Daqui

Há 100 anos, neste dia.


Efeméride do dia 1 de Fevereiro de 1908.