9 de outubro de 2009

4 de outubro de 2009

9 anos

Ainda no outro dia nasceu e já está está a caminho da adolescência!!!!

3 de outubro de 2009

Contornar a coisa dos ginásios

A obrigatoriedade do exercício físico e suas virtudes para a saudinha fez-me dar hoje início a uma caminhada a passo largo e apressado de 2,5 kilómetros, ao ar livre, rematados com 50 abdominais na relva. Isto com um bom par de ténis há-de ir lá, contornando-se, assim, o meu trauma dos ginásios. Não é uma decisão de começo de ano mas parece-me uma boa decisão de começo de Outono.

28 de setembro de 2009

Até queria fazer um post

a propósito do dia de ontem mas pura e simplesmente vou-me recusar a fazê-lo. Registe-se, assim, um non post.

24 de setembro de 2009

Começa hoje e ainda bem,

porque eu já andava com tiques de dependência química.

22 de setembro de 2009

O português das caturras

Eu juro que hoje recebi um convite para uma festa da minha filha que rezava qualquer coisa como ganda festança no sítio x às tantas horas. Se juntarmos a isto o "ôôôlhe querido entregue lá isto ós seus amigos" (amigos - nunca colegas de turma, entenda-se) que há-de ter antecedido a tarefa, dá para bradar aos céus. Cruzes, arranje-se paciência....

16 de setembro de 2009

Amsterdão

Cidade estranhamente liberal e civilizada.

9 de setembro de 2009

Hoje,

Porque há 6 anos que ela faz muito mais que o sol.

7 de setembro de 2009

2 de setembro de 2009

Ninguém, só mesmo eu

Ninguém chega à conclusão que a gaveta da secretária, onde habitualmente mora um chocolate 70% cacau, foi invadida por um rato. Ninguém, só eu! Nunca mais como chocolate 70%. Nunca mais, em memória das tabletes que posso, ao longo do tempo, ter partilhado com o meu amigo roedor. É nojento, não é? É o que dá trabalhar em edifícios antigos. Dá nisto. Confesso que hoje ainda nem consegui comer nada de jeito e trautiei bastante esta musiquinha....


1 de setembro de 2009

O que se come e o que se dorme

Se somos o que comemos, cá para mim somos acima de tudo o que dormimos. Nunca na vida perdi o sono, nem em períodos de especial complexidade. Lá tive algumas vezes dificuldade em dormir mas nunca perdi a tranquilidade das minhas sagradas 7 horas. Só que de há cinco noites para cá fui atacada por um estupor de uma insónia, apesar da minha dose diária de 1 café. Para adormecer tenho levado 1 hora e tenho acordado pelas 4h00 com uma energia fenomenal, que não me deixa dormir mais. Claro que depois, durante o dia, pareço um zombie e faço asneiras várias, como comprar telemóveis que não são os da minha rede e depois não são "trocáveis", fazer compras e deixar os sacos em algum poiso onde tenha almoçado, etc. Tenho que arranjar uma mezinha que me solucione este problema....

30 de agosto de 2009

Invasão

Um monte de filmes para miúdas invadiu o meu dvd.

11 de agosto de 2009

Lisboa, 11 de Agosto

Que bem se está em Lisboa a 11 de Agosto!

8 de agosto de 2009

Hoje,



Pela admiração que lhe tenho e pelas vezes todas que tão simpaticamente me cumprimentou nas escadas.

5 de agosto de 2009

Pap´Açorda



Ontem, pela primeira vez!

1 de agosto de 2009

"Vai mudar o tempo"

Há coisa impressionantes. Lembro-me de ouvir a minha avó dizer "vai mudar o tempo". Sabia que mudava o tempo quando lhe doía qualquer coisa. Com o tempo, passei a ouvir a minha mãe recitar o mesmo "vai mudar o tempo" quando lhe doía alguma coisa. O melhor é que amanhã "vai mudar o tempo" porque me estão a doer as minhas pernas operadas às varizes há 10 anos atrás. Não falha. Não percebia como é que a minha avó e a minha mãe tinham aquele "síndrome boletim metereológico". Tinham razão e eu também tenho. Espero poder viver para ouvir a minha filha dizer "vai mudar o tempo" quando também lhe doer qualquer coisa que adivinhe as vicissitudes da metereologia.

30 de julho de 2009

Comer e cozinhar

Gosto cada vez mais de comer e cada vez menos de cozinhar....

27 de julho de 2009

Ressaca

Os problemas de passar uma semana no mar passam por vários factores. Todos eles se resumem a uma grande ressaca, expressa principalmente numa tosse cavernosa e numa enorme falta de vontade de trabalhar....

16 de julho de 2009

A crise que não atinge os desinfectantes,

é aquela que se refere ao facto de o álcool estar esgotado a nível nacional. Foi o que eu descobri hoje quando fui à farmácia comprar vitamina c efervescente e álcool para ter no carro para a desinfecção das mãos.

15 de julho de 2009

Uma manhã numa sala de espera hospitalar

"Olhe menina, o dótor esqueceu-se de pôr aqui a vineta",
"Sabe mãe, você (típico) tem mas é a pressão muito alta",
"Ele amanhã tem de estar cá às 8h sem falta para lhe tirarem a argália".

Muito bom. E desesperante também. Boas notícias: o meu rim está curadíssimo, no tamanho normal, sem pedras. Expulsei-as. Assim sendo e já que a minha "pressão" está boa e não precisando de "argália," vou comemorar a vitória da minha rica saúdinha renal. Sem "vineta", claro.

10 de julho de 2009

Amostras

Bem sei que a coisa está pela hora da morte mas até há pouco tempo, comprar dois cremes dava direito a umas amostrinhas. Hoje comprei dois cremes e nada!

Blogues lindos?

Este. Este é o exemplo de um blog lindo.

7 de julho de 2009

Brevemente

Sofás renovados na minha sala.

26 de junho de 2009

Há coisas que não morrem,

esta é, certamente, uma delas.

18 de junho de 2009

Pronto,

A partir de agora deixarei de ter filhos na Infantil e passarei a ter dois filhos na primária, não tardam estão a largar a primária e a depois no Secundário e vai daí não tarda e estão na Faculdade. É deprimente, pois é, é mais ou menos como eu andar a perceber que a minha pele já não regenera como antigamente e faz alergia a tudo e mais alguma coisa. Vou alí comer uns m&m para afogar as mágoas. Ah mas não posso porque aí piora a alergia. Pronto.

13 de junho de 2009

Momento áureo do fim de semana?

A peregrinação matinal ao Aeroporto para ir buscar o pai.

10 de junho de 2009

Hoje, no Mcdonald´s

- ... e dois sundays, por favor.
- dois?
- sim, com chocolate.
- muito bem, com chocolate ambos os dois?
- pois, com chocolate ambos os dois.

(e isto a propósito do dia da portugalidade e da língua e do resto, claro)

6 de junho de 2009

Esta coisa dos amigos em quadradinhos

O que é esta parvoíce que anda aí que de repente tenho convites para um dito Facebook de gente que não sei quem é? De repente, uma Ana Sofia e uma Frederica mandaram-me um convite e eu apaguei o dito e fiquei a pensar no que era aquilo. Vai daí, chego à conclusão que quando se põe um nome qualquer no google lá aparece "não sei quantos" e Facebook. Coisa idiota, ter os amigos aos quadradinhos todos giros e cheios de óculos escuros... Eu cá ando com uma vidinha trabalhosa mas ainda tenho tempo para os ver de vez em quando em carne e osso ou para os ouvir ao telefone. Ganha-se tempo e gasta-se dinheiro em telecomunicações mas sempre se consegue ouvir a voz deles e olhar para eles em 3D...

5 de junho de 2009

2 de junho de 2009

Desagradável...

Ver o Pai a embarcar para NY e não poder ir com ele. Desagradável, no mínimo. O que vale é que vai encher a mala não da minha lista de compras (o mulherio normalmente não pensa noutra coisa mas eu só pedi 2 frascos de perfume e não, não fiz uma lista interminável de coisas da Gap para os miúdos - sou atípica, verdade?) mas de conhecimentos culturais e profissionais.

31 de maio de 2009

A casa da minha irmã

A casa da minha irmã cheira-me a infância. Os fins de tarde deixam saudades. Aquelas paredes contam muita história. O barulho do comboio é o mesmo. "O comboio que vai dar entrada na linha 2..." continua a soar igual. O cheiro mantém-se. Oiço a minha avó a mandar-me "tirar a gadelha dos olhos". Lembra-me aqueles almoços e jantares cheios de fruta. Lembra-me o meu avô a lavar as uvas na tijela com água. Lembra-me a correria escada acima, escada abaixo. A casa da minha irmã preserva a minha infância, o meu "e agora a espada era a lei??". Em casa da minha irmã já não sou pequena porque o são os meus sobrinhos e os meus filhos, que, vá-se lá saber porquê, também vão deixar alí as memórias das infâncias deles. Em casa da minha irmã conversa-se muito. Em casa da minha irmã e do meu cunhado comi ontem um arroz de lingueirão de fazer chorar as linhas do caminho de ferro da estação que lhe fica em frente.

23 de maio de 2009

Inesquecível

Já a ouvi ao vivo pelo Pedro Abrunhosa, já a ouvi vezes sem conta no primeiro Shreck, o Leonard Cohen canta-a com plenos direitos, o Damien Rice não vai mal, tal como o Bon Jovi Sempre que a oiço tento concentrar-me para aproveitar toda a sua força de música bonita. Nunca me tinha feito deitar lágrimas. Fez hoje, quando cantada numa igreja, por um coro fresco, juvenil e de vozes límpidas. Inesquecível.

22 de maio de 2009

Não dá mesmo para perceber

As criancinhas do mesmo sítio onde as minhas criancinhas fazem natação, são "enduchadas" e "empijamadas" directamente do balneário para casa e eu não consigo descrever os nervos que aquilo me dá. Parecem desgraçadinhos, sinceramente. Os meus tomam banho, vestem-se e quando chegam a casa vestem o pijama. É tão simples e tão mais simpático...

Nota importante: O Non ressuscitou. Aleluia.

13 de maio de 2009

Quando eles crescem é assim!

"Ó mãe, ponha-me Xutos no ipod, se faz favor"

12 de maio de 2009

Bem-aventurados os invejosos

A inveja está para algum do português como o fado, o azulejo ou o caldo verde. A diferença é que se o fado se ouve, o azulejo se olha e o caldo verde se come, o mesmo não acontece ao invejoso. Esse aguenta-se. Mas ele há invejosos e invejosos, claro. Há uns mais fáceis de aturar que outros. Há-os que de tão estupidamente invejosos se tornam em absoluto ridículos. São mesquinhos, vêm do nada e para o nada vão, nada fazem para sair do marasmo do nada e do alto de toda a sua ridícula magnitude de invejosos, debitam catadupas de palavras cheias de nada para atingir de forma supostamente inteligente (e tão ridícula) os que do alto fazem pela vida, pelo evoluir, pelo conhecimento, em suma, pela tal tentativa de um tudo que se opõe com força ao tal nada. Bem-aventurados os invejosos que com a sua maldizência insignificante fazem com que alguns consigam querer ir mais e mais longe, consigam ter estímulo para buscar sempre e sempre não o tudo mas o caminho do quase tudo, com humildade e sempre aplaudindo o sucesso dos seus pares. Bem-aventurados os invejosos. Bem-aventurado fado, bem-aventurado azulejo e bem-aventurado caldo verde, que fazem da alma lusa essa coisa louvável. E bem-aventurado blog, que me permite descarregar nas teclas de um computador as agruras da inveja dos outros, só porque sim.

8 de maio de 2009

Parece que vai ser assim



Chame-se o Marquês de Pombal porque segundo o Público online (de onde vem esta imagem), o Terreiro do Paço vai ser assim. Sem calçada portuguesa, entenda-se.
Não gosto.

28 de abril de 2009

Os pequenos nadas da vida

É que hoje pediram-me para assinar a primeira fita da minha carreira e deu-me um gozo descomunal. Vê-los crescer é fantástico. E são estes pequenos nadas que fazem tudo.

26 de abril de 2009

Us and them

A vantagem de ao longo da vida ter tido a felicidade de raras vezes ter convivido de perto com gente estúpida e completamente desinteressante tornou-me imune a gente estúpida e desinteressante. Com a idade e contra vontade das minhas próprias escolhas é-me difícil ter que conviver, ainda que por instantes breves, com gente estúpida e desinteressante. Quem são? São aqueles que por gosto e não valendo nada que se veja de assim tão extraordinário se apresentam aos nossos olhos cheios de si e completamente desprovidos de humildade ou de qualquer sentido de "saber estar". Cheios de sentido do bem apregoado catolicismo (que talvez seja diferente daquele que eu pratico) apresentam-se, a eles e aos filhos, como se fossem donos do querer e do ser. São portanto diferentes da gente pouco inteligente ou mal criada. São piores, muito piores. E este país de falsas vedetas está apinhado deles. Primeiro irritam-me mas depois fico feliz da vida por não ser como eles. Lembra-me aquela música dos Pink Floyd.... Us and them, And after all were only ordinary men.

20 de abril de 2009

FACP

Parece a outra sigla mas não é. A última palavra não é "científica" mas "piolhosa". Isto para perguntar se alguém me sabe dizer se existe algum organismo de estado que dê bolsas e subsídios para a obtenção, em farmácias, dos produtos que tiram a vida aos piolhos. É que este ano já comprei 3 frascos de panamix (a 21 euros cada), um repele (a 15 euros) e hoje foram mais dois de Nix (12 euros, mais químico - é o desespero). O pior é mesmo o tempo que se perde a fazer aquelas operações. E sem poder dizer coisas feias enquanto se esmigalham aquelas .... com as unhinhas. Valha-me de consolo um fim de semana na lezíria ribatejana e a 4ª temporada da Grey que recebi ontem fresquinha. Apelo assim ao Fundo de Apoio à Comunidade Piolhosa.

16 de abril de 2009

O cartaz do mep e eu

Embirro com este cartaz e não é nem por razões políticas nem pela Laurinda.

4 de abril de 2009

Novidades frescas com sabor a canela


Acabada de chegar de uma sessão sobre especiarias (há malucos para tudo mas antes isso do que outra coisa qualquer) posso informar-vos que o que andam a comer alegremente nos vossos doces e a usar em frenesim para mexer cafés não é canela. Ah pois é! Trata-se de cássia. Mais acre. Diferente da canela. Até aprendi onde é que se compra canela mesmo. E já não vão do Branco & Azul sem terem aprendido nada. E já agora, Boa Páscoa, que eu por mim vou até ao campo meditar nas especiarias.

2 de abril de 2009

E afinal,

consigo tomar uma espécie de duche lento, com uma espécie de malabarismo!

1 de abril de 2009

As minhas queridas veias

"As minhas queridas veias e eu" era coisa que dava quase um ensaio literário. As minhas varizes apareceram com o tempo mas aos 16 o meu pai deu um grito quando reparou na barriga da minha perna esquerda. Toca de ir ao médico nº1. A coisa está mal. Hás-de ter que ser operada mas não é já. Certo. Nunca os meus amigos perceberam porque é que nas saídas à noite, às páginas tantas eu ficava ansiosa por chegar a casa e descansar as pernas. Claro, as dores tinha-as eu. Habituei-me a elas. Na minha primeira gravidez fui brindada com uma maravilhosa tromboflebite. Toca de ir ao médico nº2. A coisa está muito mal mas agora não se pode fazer nada. Mau.... Passado um tempo, o médico nº3 tirou-me as minhas safenas internas, as duas, uma das quais de tão gigantesca teve que sair pelo joelho. Foi bom. Três semanas de molho, "enrolada" numas ligaduras, qual bailarina de cancan. Sem banho, claro. Só daquele de faz de conta. E assim melhorei a minha qualidade de vida e mantive secagens anos a fio. Sou campeã de secagem de varizes. Ontem experimentei o médico nº4. Numa abordagem diferente, parece que afinal não estou assim tão bem como isso. Tenho que manter as que cá ficaram, coitadas. O método, novo para mim, deu-me de oferta uma meia-ligadura que eu tenho impressão que me vai apertar até os neurónios. Vai ficar cá uma semana. E banho, só com muita ginástica acrobática. Mas há-de ser. Para a próxima semana, vou tomar um dos maiores duches da minha vida. E daqui a três semanas há mais. Na outra perna. É desagradável, pois é. Mas afinal, há coisas bem piores.

26 de março de 2009

Porque é que há dias difíceis

Chega uma altura da vida em que começamos a ter que dizer adeus aos que partem. Também eles se organizam em tipologias. Há-os que vão e nos levam um bocado, há-os que vão e nos deixam profundamente tristes, há-os que vão e ficamos com pena que tenham ido, há-os que vão e pronto.
Quando os que vão fizeram parte da nossa vida, contribuindo para a nossa felicidade, para o nosso crescimento e para a nossa formação, a tristeza é profunda porque vamos ter saudades daquela pessoa, vai fazer-nos falta. Acrescenta-se o problema de ver os seus sofrer da dor dilacerante. E então, o sentimento de profunda amizade, daquela que nada consegue contestar e que nem todas as tempestades da vida conseguem derrubar, faz com que queiramos partilhar essa dor, para que dela eles fiquem aliviados. Talvez isso explique dias difíceis como estes. É que à tristeza junta-se o facto de doer como lhes dói a eles. É a osmose da amizade. Por isso é que há dias mais difíceis que outros e por isso é que dizer adeus custa tanto.

23 de março de 2009

Confissões de 5 anos

"Ó mãe: quando eu for mãe, também quero ter outra profissão."

A minha filha de 5 anos quer ser mãe (nos tempos correm e nos que estão para vir, não sei se isso não é um acto de coragem), quer ter uma profissão e quer conciliar as duas coisas, donde concluo que a minha filha de 5 anos percebe que ser mãe não é fácil, ter uma profissão também não, ter ambas é difícil mas mas pode ser um desafio aliciante. Temos mulher!

18 de março de 2009

É que os adultos também passam vergonhas.

Tenho (temos) tido, até à presente data, bons resultados da maneira como educo os meus filhos. Uma dose de persistência aqui, outra de autoridade ali, mimo qb e acima de tudo grande quantidade de bom senso têm trazido uma soma satisfatória. Claro que quanto às personalidades inerentes aos próprios, dá-se sempre o desconto. Depois a dada altura entre a parvoeira natural da idade, alguma emancipação (óbvia quando se trata de crianças naturalmente independentes) e necessidade de vida social activa que implica idas a casa dos amigos e amigos lá em casa para jantar (abençoado arroz de atum, que para a semana tenho lá dois exemplares a jantar...). Chega também a altura em que começamos a perceber que há dias em que eles pensam melhor que nós. Claro. A aprendizagem deles está fresca e a nossa é antiga. Eles aprendem e alguns de nós trabalham, enquanto estudam, enquanto investigam, enquanto etc. etc. etc. Ontem teimei com o mais velho porque achei que ele estava a fazer mal contas de dividir. No calor da discussão, resolvi apelar ao pai para o pai explicar que eu (que não fazia uma porcaria de conta de dividir há anos, já que sou orgulhosamente de letras) estava certa. Mas não estava e o pai deu-lhe razão. Não havia buraco para me enfiar e vai daí apelei à velha e eficaz humildade. "Tens razão. Desculpa. Já não sei fazer contas de dividir" (malditas calculadoras). Ele ficou chateado mas percebeu. Percebeu que a vida tem contrariedades, percebeu que somos ambos persistentes nas ideias e percebeu que os adultos também de enganam. Não são perfeitos. Passam vergonhas. Eu, apesar de ser mãe dele, não sou excepção. E passei o serão a fazer contas de dividir. Já me voltei a lembrar de tudo. Até à próxima situação em que ele saiba e eu já me tenha esquecido...

15 de março de 2009

12 de março de 2009

O meu novo talho e eu

Ele há coisas do diabo. A espécie "português" esta cada vez mais idiota. Numa ida à natação com as crianças (e sim, eu detesto ir à natação com as crianças, pela humidade, pelo calor, pelas mãezinhas e a partir de hoje pelas próprias crianças), deparo com tanta pateguice que espanta. Senão, vejamos. Um família, composta por "vóvó" (que aquilo nem é digno da palavra avó), um "vôvô" e uma "fofinha" de 3 anos. Ora tanto gritou "vóvó", "gugu", "gaga" ou "ó morzinho anda cá coisa rica da vóvó" (estão a ver? "vóvó") que tive de me deslocar para longe e pela saúde dos meus tímpanos. Uma dupla de crianças resolveu insistir em brincar com a minha mais nova e ela por acaso sem vontade. E pior, uma colega de escola da minha referida criança a fazer uma birra porque a "estúpida da empregada", nas suas superiores palavras de insignificantes 5 anos, não trouxe outra roupa para ela vestir. "Vai já que eu estou a mandar!". E eu a pensar "ai que grande chapada que tu levavas". A minha limitou-se a pasmar, já que, julgo eu, nunca tinha visto nada parecido. Vantagens da ida à natação? Fui ao talho e pela primeira vez em 10 anos de casada, descobri o comércio de carne da minha existência, com pessoas simpáticas e educadas a atender o cliente. Na chegada, um brasileiro de bem com a vida, apesar de ter um curso superior e estar atrás de um balcão a aturar a idiotice dos frequentadores do dito ginásio, simpaticamente fez o favor de guardar a minha carne no frio. À saída, uma abécula num smart, "giríssssssssima", "incomodadinha" por não ter passado numa passagem estreita primeiro que eu. Lá estou eu com o meu mau feitio a não parar para deixar passar pessoas importantes e a achar que é no bom aspecto das pessoas que deveria estar algum civismo. Qual quê! Os meus amigos educados do talho ganharam hoje uma cliente. Merecem. Quanto à idiotice, essa, está em todo o lado e a boa educação e a "normalidade" são um bem precioso, a ser cada vez mais valorizado com a crise. É que não se vende e não se compra. Ou se tem, ou nada feito.

9 de março de 2009

Obrigada Jorge!

Então não é que no sábado de manhã acordei com um presente na mesa de cabeceira? Um livro do Jorge, que já comecei a ler. Obrigada!!!

6 de março de 2009

1 de março de 2009

Desculpem lá qualquer coisinha,

Ontem fui ver o "Slumdog Millionaire" e não rejubilei. É bom, evidentemente, tem força, pois sim, uns actores a preceito, uns mini actores do melhor, só que é dos que me trazem mau sono. Porque sim. Assim como assim não sou obrigada a gostar de tudo. Se gostássemos todos de amarelo era uma chatice. Por acaso eu detesto amarelo mas gostei muito do lenço/sari que a Lalika veste na sua última cena. E a música, gostei da música. Está alí uma banda sonora de excepção. Quanto à crítica, que não me compete, é espreitar aqui, como habitualmente.


24 de fevereiro de 2009

Atitudes anti-consumismo,

É namorar uma MUU maravilhosa de 310 euros e comprar uma ZARA por 39. Não deve haver nada que me dê mais prazer do que uma boa carteira. Adoro carteiras. Estou-me nas tintas para roupa de marca e para sapatos de preços escandalosos. Eu é mais Furla e afins. Só que nos tempos que correm, dá-me gozo gastar só 39 euros, apesar de saber que aquilo vai durar um ano, ou menos, quando as minhas se mantêm anos a fio...


Não era esta. No entanto serve a informação para que se saiba que esta é a MUU clássica. É espreitar em www.muu.com.pt




18 de fevereiro de 2009

13 de fevereiro de 2009

Escrever

Escrever, para quem gosta de o fazer, tem um quê de sagrado. Mesmo para quem escreve por obrigações de profissão. Eu por exemplo gosto de escrever porque sim. Tenho que me fechar em mim para escrever, isto cientificamente falando. Enquanto escrevo respiro fundo muitas vezes, como se das entranhas profundas pudessem sair orientações para a inspiração. Isto porque quando se escreve pela obrigação profissional, em algumas alturas do percurso escreve-se muito, durante muito tempo, arrumam-se ideias nas palavras arquivadas em capítulos que obedecem ao rigor de um índice que nos martela a cabeça durante muito tempo. Escrever, para mim, não implica grandes e profundas reflexões intimistas ou filosóficas. É escrever de assuntos que me dizem, para que outros leiam, se precisarem. Tudo isto porque tenho vindo a descobrir que perdi a vontade de escrever mas a obrigação trouxe de volta o tal quê de sagrado. Afinal ainda gosto de escrever. Por gosto, tentando por de lado a obrigação.

5 de fevereiro de 2009

Da boa disposição em tempo de crise

A Exma. Senhora Professora Doutora Crise tem como principal mérito o factor medo. Andamos todos com medo. Ela licenciou-se, fez mestrado e doutoramento em desemprego e crise social. Está quase a receber o honoris causa pelo pânico que transmite. Ninguém lhe quer dar os parabéns e também ninguém lhe quer pagar um copo mas ela anda em todo o lado e vivemos com ela. E temos medo. Medo de perder o emprego, medo de não ter como pagar as contas, medo uns dos outros, medo do futuro dos nossos filhos. Como vivemos com ela, andamos todos trombudos, coisa que, aliada à saudade e ao fado que moram na nossa massa genética lusitana, se vai transformando, petit a petit, num suplício. No meio disto, surgem no nosso dia a dia verdadeiras pérolas. Ontem fui comprar uma revista a um quiosque e fui recebida com tamanha dose de amabilidade, humor e boa disposição, que fiquei contagiada. Hoje, numa marcação para as 9h00, a pessoa que me ia atender apareceu 20 minutos atrasada e achou que eu a ia matar. Ficou tão feliz por eu lhe ter dito que descansasse porque imprevistos aconteciam a toda a gente, que se agarrou a mim e me deu dois beijinhos. Donde se prova que a boa disposição deve ser posta em prática no dia a dia como se de um ansiolítico se tratasse. Pelo menos enquanto houver esperança. É que a vida é curta e tem de ser vivida com alegria. Desentrombe-se! Pode ser que a Senhora Professora fique um bocadinho menos orgulhosa dos seu tão célebre curriculum...

29 de janeiro de 2009

24

Será uma coisa estranha ver pela primeira vez um episódio 24 e logo o 1º da 7ª série? Fiquei fascinada. Aquilo é mesmo muito bem feito e agarra-nos à televisão. Agora fico na dúvida. Não sei se veja do princípio, coisa que me assusta pela enormidade das 6 séries, ou se me fique pela 7ª, que posso ver confortavelmente às quartas na 2.... É uma dúvida como qualquer outra.

27 de janeiro de 2009

Do futuro

"Owners of capital will stimulate working class to buy more and more of expensive goods, houses and technology, pushing them to take more and more expensive credits, until their debt becomes unbearable. The unpaid debt will lead to bankruptcy of banks, which will have to be nationalized, and State will have to take the road which will eventually lead to communism."

Escreveu Marx, no seu Capital, em 1867.

23 de janeiro de 2009

Ambicionar não custa dinheiro


Por isso é que estamos em crise mas nada me impede de querer ter a minha Andy Bag.

13 de janeiro de 2009

Com pouca energia,

regressa-se à rotina!

9 de janeiro de 2009

Estar de molho

Ora estar de molho, para pessoas enérgicas como eu, é uma chatice monstruosa. Vai daí, resolvi hoje medir as vantagens da situação, porque nem tudo na vida pode ser mau: não apanho frio, o meu sofá já tem a minha marca, posso "escoar" fácil e comodamente os 2L que passaram a fazer parte irremediável da minha rotina, não stresso com o ambiente de trabalho, alimento-me bem, recebo telefonemas da família que quer saber como é que estou, quando os meus filhos chegam a casa estou cheia de paciência para eles e não descarrego neles as chatices do trabalho, resolvo as urgências profissionais por telefone, delegando, vejo coisas giras no dvd para fugir aos sinistros programas matinais televisivos. Pronto, tenho saudades de sair de casa, temo que o meu carro já tenha enferrujado mas estou a ponderar tomar medidas para ser menos energética e mais cool. Pode ser que por isso valha a experiência...

7 de janeiro de 2009

Pielonefrite

O nome dado à maleita que me afecta desde o dia 31 de Dezembro. Simplificando, é uma infecção renal. Assim sendo, o começo de 2009 caracterizou-se por sessões contínuas de febre alta, o que eu espero não ser um mau presságio para o restante ano. Tomei ainda conhecimento de umas amigas novas: as pedras que vivem no meu rim direito e que tenho que "regar" diariamente com 2l de água. Vantagens? Deglutir uma temporada inteira daquilo que já é conhecido!

31 de dezembro de 2008

25 de dezembro de 2008

19 de dezembro de 2008

1

Há um ano partilhei a alegria do nascimento de uma nova relação entre dois amigos meus. Ela já a conhecia há muito tempo, ou talvez menos que isso, numa amizade que se revelou cedo capaz de ter aquela capacidade de "muro" no qual despejamos e no qual são despejadas alegrias, tristezas ou o simples opinar da vida. Ele, não o conhecendo, parece-me que já o conhecia. Confesso que o nascimento da sua vida em comum, por várias razões, me encheu de alegria. Da genuína. Eles sabem disso. São daquelas pessoas que quando se juntam abrem os braços aos próximos, ou pelo menos abriram-mos a mim (a nós - todos nós) e isso vale ouro. Sentir que não somos só dela. Que somos deles. Vale ouro. É que ficamos com a certeza que venha o que vier (e já veio tanta coisa...), estamos lá. Por essas e por outras é que é uma alegria partilhar com eles a efeméride do seu Ano 1. Venham mais. Venham muitos. E que eu cá esteja para ver. Parabéns!

18 de dezembro de 2008

Não tenho,

Não tenho, em definitivo, paciência para encontros natalícios histéricos com pais aos molhos a procurar em ânsias frenéticas filhos para os quais olham todos os dias, quais macaquinhos em gaiolas. Não tenho. Bem tento comprar paciência ao quilo. Lá vou, contente (entenda-se), ver o contributo dos meus dois filhos para a causa e obviamente gosto de os ver mas não aguento o "aaaaaiiiiiiiiii que quriiiiiiiiiiiiido!", "olhe que o Natal não são só pesentes!", "olha olha, tá alííiiiiiiii", "ó mãe não me máaaace, pamordedeus". E esbracejam, e gritam e empurram e eu começo a desenvolver instintos perigosos tipo "tragam-me um bombista" ou "alguém tem gaz lacrimogénio?" E luto contra o meu preconceito de ajuntamentos de gente em frenesim com as criancinhas porque a minha calma perante o acontecimento pode ser mal entendida. Estou a imaginar "olha aquela enjoada (e fico mesmo com cara de enjoada!) não deve gostar dos filhos...". E depois, num momento de rara beleza, o meu vizinho de trás puxa de uma sandocha de queijo, amarfanha o papel alumínio e mastiga alegremente. São tão educados.... Se fosse uma bifana e uma mini já a coisa seria "um nojo, quorrrrrrore!!!!!".
Em suma, não, não sou uma má mãe, sou só um bocadinho bicho do mato anti multidões histéricas. E o Natal é um acontecimento importante no calendário católico, que deveria implicar mais calma, paz e genuíno espírito de solidariedade. E claro que os presentes fazem parte e continuo a preferi-los aos pesentes....
E já agora, Feliz Natal.

16 de dezembro de 2008

E continuo,

"O homem vive, e corrije, ajusta, edifica, e destrói, algumas vezes, a sua vida; mas, passado tempo, dá-se conta de que o todo, tal como está, por força dos erros e do acaso, é imodificável."
Sándor Márai, A herança de Eszter.

14 de dezembro de 2008

10 de dezembro de 2008

O filme



Há quem diga que não há bons jovens actores em Portugal. É mentira. Veja-se a Sandra Barata Belo, o António Pedro Cerveira, o André Maia ou a Carla Chambel em Amália. Pudessem fazer mais cinema e menos novelas e já não se diria que não há bons (e muito bons) jovens actores em Portugal. Amália vale a pena. O problema é que todos os portugueses de sucesso, que levaram para fora o que está cá dentro, sofrem do mesmo problema: despertam ódio ou amor. Não têm meio termo. E assim, com este filme, se mostra a vida de uma mulher normal que deu incondicional e indiscutivelmente à cultura portuguesa. Goste-se ou não.

4 de dezembro de 2008

Vantagens da capacidade de encaixe

O meu fim de semana no Porto foi por água abaixo. A mais nova foi atacada de sintomas de virose e resolveu-se que não estará amanhã, dadas as condições meteorológicas, nas condições ideais para passeios a pé na Invicta. Reuniu-se conselho para dar a notícia. Não se chorou, não se reclamou. Deu-se aquilo a que se chama capacidade de encaixe. Não vamos mas fica para a próxima e entretanto aprendi mais qualquer coisa a propósito da capacidade de encaixe!

1 de dezembro de 2008

Saudosismos

Alguém se lembra de ir ao cinema sem figuras a assaltar com todos os dedos da mão baldes de pipocas e a devorá-las em frenesim com a boca aberta, casais a pôr em dia a conversa da semana, telefones a tocar e quartetos de amigos a discutir o filme em visionamento? Eu lembro-me e tenho saudades desse tempo!

27 de novembro de 2008

Isto sim, é português e bom!


(Lauro, os seus diabetes que me desculpem mas é em sua homenagem)

25 de novembro de 2008

Larguem lá o "molotoff"

Diga-se que nunca gostei de cozinhar mas tenho algum prazer na confecção de sobremesas. A minha amiga Ana Catarina trouxe-me, numa troca de mimos, uma receita, um bolo e um upgrade na minha vontade de fazer bolos, bem como uma excelente recomendação blogueira relacionada com a arte de cozinhar. A partir daí, todo um mundo de blogues de mães de família dedicadas freneticamente à culinária se abriu aos meus olhos e trouxe-me à lembrança o fenómeno "molotoff".
Tive sempre uma péssima reacção ao dito. É feio, besuntado, foleiro e ainda por cima aparece invariavelmente depositado num trambolho branco de plástico que o ampara, não o deixando perder o "molhinho" acastanhado e insípido. Ora como sou portuguesa de gema, das que gostam de ouvir o Fado que é Fado, em cuja estante de livros mora um galo de Barcelos, das que aperciam a filigrana (haviam de ver o coração em filigrana da minha amiga Sofia...), das que gostam da aletria cortada com faca, das que repiram fundo perante uma encharcada de ovos, das que gostam de vinho do Porto, do majerico, da sardinha assada, da queijada de Sintra, do bolo de mel da Madeira e de tantas outras coisas que fazem deste canto à beira mar plantado uma maravilha da existência, não percebo, não percebo mesmo, o porquê da psicose do "molotoff". Pratiquem até a mousse de chocolate das caseiras "de pacote", desenvolvam o Abade de Priscos, trabalhem o Flan (que, a propósito, se faz sem leite condensado), dêem preferência ao leite creme mas por favor larguem o "molotoff".
E já agora, se a ideia é aproveitar as claras, façam bolos com elas. Ficam maravilhosos e vão bem com o cafézinho.

24 de novembro de 2008

Privilégios

Poder assistir hoje, ao vivo e a cores, à estreia e apresentação de mais um trabalho desta grande voz.

23 de novembro de 2008

Aqui

Entrei em contagem decrescente para um fim de semana aqui.

17 de novembro de 2008

12 de novembro de 2008

Salva pela radiola

- Mãe!
- Sim, filho.
- Hoje dei o sistema reprodutor.
- Muito bem, filho.
- Não percebi muito bem mas hei-de perceber. Só as senhoras é que têm bébés, certo?
- Certo mas a semente vem do pai.
- Foi essa parte que não percebi. Como é que a semente vai para a mãe? Não percebi.
- Ora bem, é uma boa pergunta....
- Mãe, ponha a música mais alto!!!!!
- (Uffff....)

8 de novembro de 2008

E começou...

A bendita musiquinha de Natal, em todo o lado, a toda a hora...Deprimente, mesmo deprimente.

2 de novembro de 2008

Porque é Domingo...

Para os católicos, o Domingo é dia de missa. Ora a missa serve para quem quer assistir à mesma. Ele há católicos que vão à missa todos os Domingos e há-os que vão de vez em quando. Há-os que durante anos não vão. Adiante. Na minha qualidade de católica, vou à missa. Se e quando me apetece, sendo que me apetece na grande maioria das vezes mas se não me apetece, não vou, facto que não faz de mim menos católica. A fé não tem termómetro. O que tem termómetro é a minha paciência. A missa que frequento, por acaso desde tenra idade, tem nos dias que corre um padre que sabe falar e uma missa especial para crianças, ou seja, no fim da celebração, lá vão eles ter com o Padre para receber um desenho e estarem ali um bocadinho com ele. Dá-se o caso de, como é para as crianças, toca de levar a ninhada toda, munida de mochilas, caixas de carimbos, estojos com lápis e cadernos de colorir. Aquilo parece um atelier da Gulbenkian. E eu pergunto-me se é assim que se ensinam as criancinhas a estar na missa. Era assim: a mãe ou o pai iam e o outro ficava em casa com parte do gang. Simples. Conclusão? Percebe-se que haja quem embirre com certos católicos. Quanto a mim, tenho dois filhos que sabem estar na missa. E bem. É falta de modéstia da minha parte, talvez mas é motivo de orgulho e nos dias que correm, há que enaltecer as coisas boas. É Domingo e nem tudo o que respiramos são finanças....

27 de outubro de 2008

Da legitimidade de algumas dúvidas.

A famigerada crise afecta o ordenado dos futebolistas?

23 de outubro de 2008

21 de outubro de 2008

É definitivo

Os ginásios são MESMO sítios cansativos, peganhentos e desinteressantes. Cada vez que lá vou fico a gostar mais do meu sofá. O exercício de hoje reflectir-se-á na minha saúde de amanhã. Pois. Não sei se já aqui disse que detesto ginásios?

16 de outubro de 2008

Coisas que valem ouro

Ser convencida, depois de muitas abordagens, a integrar uma comunidade online de antigos alunos de uma escola onde foram passados 7 traumáticos anos. Conclusão? reencontram-se pessoas, resgatam-se memórias, umas boas, outras más, redescobrem-se fotografias e chega-se à brilhante conclusão de que aquilo tudo, se calhar não foi assim tão mau, de que outros passaram pelo mesmo que nós. Sai muito mais barato do que ir ao psicólogo e é bem mais saudável!

8 de outubro de 2008

Upgrade

Ter o pai da família em casa e poder sair para uma aula de não sei quê às 19h30, deixando os dois miúdos mais um amigo a jantar, é claramente um upgrade na minha qualidade de vida.

6 de outubro de 2008

No mundo dos que não se enxergam

No mundo dos "que não se enxergam", chega-se de manhã ao trabalho e recebe-se uma carta URGENTE com uma sessão, hoje, às 10h00 da manhã. No mundo dos que não se enxergam, desmarcam-se afazeres e vai-se, sem roupa a preceito, fazer figura de ursa para a dita sessão . No mundo a que me refiro, andam-se 20 minutos a pé para fazer uma tarefa de secretaria em instituição de gabarito, onde um cretino, que obviamente não se enxerga, responde que afinal não é ali. "Hum hum....desejosa de ter o papelinho, hein?". Tento esboçar um sorriso mas lá me enxergo e respondo "ó meu amigo era bom sinal, era". E saio para subir uma malfadada e íngreme rua. A pé. Páro para almoçar numa tasca onde uma pessoa normal me serve uma péssima alheira com bróculos. Chego novamente ao trabalho, peço desculpa e dirijo-me posteriomente a um Pingo Doce onde de urgência tinha pedido um bolo para um determinado fim. Simpaticamente, bolo feito e bem, e entregue, sigo para o ginásio, onde deposito dois miúdos dentro de água e dou umas braçadas para esquecer os que não se enxergam. À saída, uma histérica aos gritos com o recepcionista. Sem se enxergar, claro. Conclusão? Hoje o senhor da alheira, a senhora do bolo e a gente cá de casa, foram os únicos que eu vi que se enxergam, o que pode ser compensador. Espero eu, no meio de tanto iludido, não perder a capacidade de me enxergar!

3 de outubro de 2008

Blindness

É ver o que aparece mas é acima de tudo ler os comentários todos. Vale a pena. Obrigada, Cuga.

2 de outubro de 2008

Estratégia

Uma das palavrinhas da moda. Irritante, por sinal. Sou organizada, arrumada e metódica mas anti estratégia, o que prova que todos nós, cá dentro, bem ou mal, nos equilibramos. No entanto, depois de reflectir a propósito, descobri que preciso de uma estratégia anti envelhecedrómetro. O sentimento anti ambiente de trabalho (não o do meu pc, evidentemente) está de tal maneira acicatado (não tarda tenho uma úlcera) que me fez criar uma estratégia. Vou para o ginásio. O odiado ginásio. Odeio ginásio, odeio balneários, odeio o saco do ginásio, odeio os ditos PT que falam como se de médicos do bem estar se tratassem, odeio a peganhice do ginásio. Mas tenho que canalizar a minha má energia num deles. Para combater a úlcera. Chama-se estratégia anti-stress, que não seria precisa se eu ganhasse o euromilhões e se não gostasse tanto de "relativizar" ou de "trabalhar". Hoje, começa o ginásio. Amanhã, venham as dores musculares da estratégia.