1 de setembro de 2010
30 de agosto de 2010
19 de agosto de 2010
31 de julho de 2010
28 de julho de 2010
Nova maleita
Confirma-se: degenerescência (hã???) no corno (no corno???) do menisco. Pois... Parece que terei de viver com isto. As dores. Vou ver se não acabo como o House, vamos lá ver se evito o Vicodin. E a muleta, já agora.
25 de julho de 2010
Foi o meu fim de semana:
Almoçar no Aleixo (aqueles filetes de polvo dão cabo de qualquer um), olhar o Douro ao pormenor, visitar a Fundação Eça de Queiroz (maravilha... ah grande Eça), jantar no Castas & Pratos (carregue-se e espreite-se) e tomar um café no Acquapura Douro Valley. Uma maravilha!
16 de julho de 2010
14 de julho de 2010
8 de julho de 2010
6 de julho de 2010
Aqui está ele
1 de julho de 2010
Maleitas
São 34 anos e ele é: doença venosa (vulgo varizes) com histórico de cirurgia aos 22 para extracção de safenas internas, pielonefrite (vulgo infecção renal) que traz cuidados diários ao rim, astigmatismo (vulgo 4,5 dioptrias=toupeira disfarçada atrás de fiéis lentes de contacto). Como se isto não chegasse, hoje percebi que uma dor num joelho com meses de queixa tem origem numa "não sei quantas" do menisco. É fantástica a naturalidade com a qual recebo estas notícias. É mais uma maleita e eu não sou hipocondríaca. Haja saúde porque graças a Deus não é nada de grave. Descansa-me certeza que o meu marido já não vai a tempo de me devolver à proveniência apesar de tanto defeito de fabrico. Já não estou na garantia!!
30 de junho de 2010
27 de junho de 2010
26 de junho de 2010
23 de junho de 2010
É oficial
O meu mais velho:
Está a viver a sua primeira paixoneta,
Ouve música alto no quarto (lá em casa isso era proibido).
Porque é homem, tem no pai um confidente,
Logo, não tem certas conversas comigo,
Só com ele....
Ou seja, o meu mais velho:
Tem hormonas,
Vai começar, oficialmente, a dar-me trabalho.
(ah pois pois, é bom vê-los crescer... exacto....)
Giro.... Tem dias!
Está a viver a sua primeira paixoneta,
Ouve música alto no quarto (lá em casa isso era proibido).
Porque é homem, tem no pai um confidente,
Logo, não tem certas conversas comigo,
Só com ele....
Ou seja, o meu mais velho:
Tem hormonas,
Vai começar, oficialmente, a dar-me trabalho.
(ah pois pois, é bom vê-los crescer... exacto....)
Giro.... Tem dias!
22 de junho de 2010
O bom senso e a simplicidade
O bom senso e a simplicidade são valores ancestrais. Aplicam-se a muitas coisas e deviam-se aplicar a mais ainda. O meu sentido crítico por exemplo, tem bom senso mas nem sempre apresenta simplicidade. Por isso e pelo meu bom senso, estou muitas vezes calada. Por isso e pelo meu bom senso, perante certos espectáculos de falta de bom senso, evito deixar cair o queixo e como tenho muito humor, evito gargalhar. Às vezes com pena. Ora muitas vezes à ausência de bom senso e de simplicidade junta-se a falta de gosto. E essa tem de ser respeitada, como tudo na vida mas eu cá reservo-me o direito de tolerar mal esta junção de três factores. Os três juntos podem revelar-se tristemente sinistros. Faço esta reflexão porque estive recentemente numa cerimónia matinal (note-se: matinal) mas que não era um casamento (nem nada que se parecesse), na qual vi desfilar brilhos, dourados, saias demasiado curtas, cetins, tecidos em pandan, "écharpes" (maldita invenção - como se uma "écharpe" resolvesse alguma coisa...). Um horror a fazer lembrar a importância da simplicidade. Só a simplicidade. Faltam boas referências , as sociais e as familiares. Essas que nem mil livros da treta sobre etiqueta e "savoir faire" podem colmatar. Falta bom senso. Falta simplicidade. Falta a bonita noção das coisas. E esta sim, aplica-se a muitas coisas do momento que todos vivemos.
21 de junho de 2010
O "meu mais velho"
18 de junho de 2010
Hoje, os Nobel e Portugal
Se hoje Saramago se encontrar com Egas Moniz, na imensidão da vida, talvez conversem, talvez discutam política, talvez embirrem um com o outro. Foram dois homens. Foram dois prémios. Se hoje lembramos que Saramago defendia a importância das ideias, talvez conversem a propósito de que sim, ambos tiveram ideias. Porque ter boas ideias, em nome da Ciência e da Literatura, seja por que via for, não é nenhuma evidência. Neste país, este que hoje conhecemos e neste onde hoje vivemos, Moniz e Saramago foram marinheiros na nau das ideias e sim, avistaram o Oriente que tantas glórias trouxe a Portugal. E por isso sim, enalteça-se, faça-se luto. Leia-se. Saramago foi português.
17 de junho de 2010
A saga
A minha relação básica com a tecnologia impede-me em absoluto de gastar muito dinheiro com ela. Com telefones então, a coisa vai ao extremo. Nos últimos anos dei cabo de dois destes (que abaixo apresento). Um desligava-se de 2 em 2 segundos, o outro desliga-se de 5 em 5, caiu e tem o ecran todo preto, coitado. E coitado do Pai, cromo da tecnologia, que trata os seus apetrechos, cabos e caixas com mimo e atenção (a minha arrecadação parece um armazém), que traz os ditos para casa para os ver morrer nas minhas mãos. Em 14 anos (!) de telemóvel, comprei um único... No ano passado, com o Pai ausente, fiquei sem o meu primeiro N95 em funcionamento. Morreu. Fui à Fnac, comprei o Nokia mais barato (28 euros), só que cheguei ao carro a afinal tinha comprado sim mas de outra operadora. Não trocaram e então tive que comprar um segundo, da minha operadora. Bimba, pois, muito bimba. Eu é mais livros e carteiras.... Isto tudo para dizer que o meu telefone está em morte iminente e o meu despego à electrónica deixa-me indiferente ao dito...


16 de junho de 2010
11 de junho de 2010
Coisas que me irrrrrrrritam
7 de junho de 2010
Acabou!!!!!!!!
2 de junho de 2010
29 de maio de 2010
Diz que vou
Sou anti-multidão, anti-confusão, anti-barulheira. Normalmente, onde vão muitos, todos juntos, eu não vou, a não ser que me apele ao coração e ao gosto. Apesar disso, a minha afilhada e sobrinha pediu-me que fosse com ela ao dito Rock in Rio, que eu adoro ver na televisão (nem o Elton me levaria ali), porque mais ninguém podia ir com ela. Eu disse que sim porque entendo que um dia se vai lembrar da tia que fazia programas giros com ela. Acresce a minha falta de uma boa madrinha que me levasse onde quer que fosse, de modo que faço o meu melhor para lhe servir de referência. Assim sendo vou com ela e com a minha coragem, fazer terapia anti-multidão e ouvir a não sei quantas Montana, espécie de americanice que debita musicol enlatado. Diz que vou.
27 de maio de 2010
Eu não estou aqui
Eu estar aqui é sinal de uma qualquer sintomatologia mental. Porque eu estar aqui debaixo deste tempo depressivo, acompanhada destas dores de cabeça e a trabalhar num assunto que ainda por cima está de acordo com a minha incapacidade de escrever momentânea, sob a forma de um bloqueio que ainda por cima me faz sentir pouco produtiva, prova que eu não estou aqui. Estou deitada numa espreguiçadeira, porque detesto areia, ouço as ondas do mar a bater na areia e acabei de pedir a um senhor simpático que me traga, por favor, uma caipirinha. Tenho um livro para ler, estou a respirar ar puro e daqui a bocado vou almoçar uma coisa qualquer para a qual não tenho imaginação porque pensar em comida dá-me trabalho.
Portanto, eu não estou, definitivamente, aqui.
Portanto, eu não estou, definitivamente, aqui.
26 de maio de 2010
Manual de instruções
As crianças chegarem sem um manual de instruções anexado já é mau. Atingirem a pré adolescência sem trazerem incorporado um calhamaço intitulado "Aprenda a lidar com respostas tortas e síndrome de eu sei tudo e os outros todos que vão dar uma volta", para consulta rápida e diária é que se vai revelando cada vez mais complicado. Haja paciência...
25 de maio de 2010
Ele há coisas...
Parece que a Assembleia da República vai ter orçamento superior ao do ano passado e que parte desse orçamento vai ser usado em decoração?
19 de maio de 2010
Estes?
18 de maio de 2010
à espera
Esperámos, a tiritar no ventinho da manhã, o céu de vidro das primeiras horas de luz, o nevoeiro cor de sarja do equinócio, os frisos de espuma que haveriam de trazer-nos, de mistura com os restos de feira acabada das vagas e os guinchos de borrego da água no sifão das rochas, um adolescente loiro, de coroa na cabeça e beiços amuados , vindo de Alcácer Quibir com pulseiras de cobre trabalhado dos ciganos de Carcavelos e colares baratos de Tânger ao pescoço, e tudo o que pudemos observar, enquanto apertávamos os termómetros nos sovacos e cuspíamos obedientemente o nosso sangue nos tubos do hospital, foi o oceano vazio até à linha do horizonte coberta a espaços de uma crosta de vinagreiras, famílias de veraneantes tardios acampados na praia, e os mestres da pesca, de calças enroladas, que olhavam sem entender o nosso bando de gaivotas em roupão, empoleiradas a tossir nos lemes e nas hélices, aguardando, ao som de uma flauta que as vísceras do mar emudeciam, os relinchos de um cavalo impossível.
António Lobo Antunes, As Naus.
António Lobo Antunes, As Naus.
17 de maio de 2010
13 de maio de 2010
Chamem o Torres Couto, sff...
Só ele sabia afirmar um Portugal "que está muito mól" e apelar à urgência de "uma greve sindicól". Alguém se lembra disto ou só eu é que tenho memória selectiva no mau sentido político da coisa?
12 de maio de 2010
11 de maio de 2010
Dias que ficam
Assistir de longe ao Presidente da República, perante as forças militares, tendo como fundo uma centenas de crianças a cantar com todas as suas forças o seu Hino não é coisa que vá esquecer tão cedo. Entre elas estão os meus dois filhos, que de certeza vão levar isso pela vida fora. Eu pelo menos nunca me esqueci das duas vezes que vi o Papa João Paulo II. É um dia de alegria.
10 de maio de 2010
Cereja = Cerise
Eu numa sessão de manicure, com o meu habitual cepticismo perante unhas às cores mas num dia de má disposição, opto por um tom escuro. E digo:
- Olhe, vamos tentar este. é giro. Tem cor de cereja.- Não é bem.
- (...)
- É que agora usam-se os cor de rosa e este realmente...
- Pois, pode ser que me habitue!
- E vai-lhe bem à pele, é assim um cerise.
- (...)
Percebem os anglófonos porque é que ainda fazem falta os francófonos?
6 de maio de 2010
5 de maio de 2010
"Ó mãe, estou nervoso"
A primeira insónia do meu filho deu-se ontem, na véspera do seu primeiro exame. Andou às voltas, desconsolado e hoje, acordado com mimo extra (o acordar lá de casa assemelha-se ao acordar da caserna... se um dia me faltar o emprego posso certamente ir fazer o papel de trombone matinal num qualquer quartel do país), confessou-me "ó mãe, estou nervoso". Claro que a coisa faz parte da vida e é melhor assim. O primeiro exame da minha vida foi a aferição de entrada para a Faculdade, experiência que por ter sido tardia se revelou traumática, apesar dos bons resultados. Aquilo que custa é não lhe poder dizer que os ditos exames servem para avaliar o desempenho da escola e dos professores, muito mais do que o deles. Como consolação, está prometida uma sobremesa cheia de chocolate para o jantar de hoje.
3 de maio de 2010
2 de maio de 2010
30 de abril de 2010
23 de abril de 2010
21 de abril de 2010
Janela Indiscreta
Trabalhar atrás de uma janela de vidro espelhado tem, pelos vistos, duas vertentes. Ora se está na montra e quando é assim baixa-se uma tela, ou se fica camuflado e, sem querer se assiste a coisas giras. Conversas, penteadelas de cabelos, retoques de maquilhagem e, aparentemente, duetos (mesmo) improváveis. Uma maravilha. Sempre dá para rir.
19 de abril de 2010
Fim de semana?
Como se faz um bom fim de semana? A trabalhar (sim, há situações em que trabalhar ao fim de semana sabe bem) no meio de gente civilizada e num ambiente civilizado, a ler, a ir ao teatro (Uma família portuguesa no Teatro Aberto - vale a pena ver), a almoçar num sítio verde verde verde, a afogar as papilas gustativas num cheesecake maravilhoso, a ler, a ler, a ler e a ver alguma televisão. Assim se faz um bom fim de semana. Não estive em Londres, Paris ou Nova Iorque, talvez por falta de "travel ambition" ou por achar que a minha casa e quem lá vive representam o meu ideal de descanso. E de fim de semana, claro.
15 de abril de 2010
3 de abril de 2010
Parabéns amigos
Folgo saber que cada vez tenho menos amigas solteiras.
(E tal efeméride não podia, mesmo, escapar a este blog)
:)
(E tal efeméride não podia, mesmo, escapar a este blog)
:)
30 de março de 2010
Campo
Campo, ar puro, comida da minha mãe, legumes que sabem a legumes, sono, leitura. Vou para o campo e não levo o meu pc. Boa Páscoa.
25 de março de 2010
19 de março de 2010
Agenda e listas
A minha dependência de listas e agenda começa a assustar-me. Nada que tenha que fazer e que não esteja escrito em algum sítio me vem à memória quando é preciso. Estou dependente de tópicos, de listas, listinhas e lembretes. Fico sem referências quando se acabam os post its (que por acaso acabaram ontem) e estou com memória de um qualquer bicho pequeno. Talvez esteja com memória de ouriço?
8 de março de 2010
Remeniscências
Isto lembra-me (também) as viagens de carro em pequena.
Talvez me tenha feito mudar a tendência médico-cirúrgica da minha preferência nas séries de tv.
Chama-se Glee e é giro que se farta.
Talvez me tenha feito mudar a tendência médico-cirúrgica da minha preferência nas séries de tv.
Chama-se Glee e é giro que se farta.
4 de março de 2010
O grito da independência
Chega a dada altura, na vida de uma mãe como eu, o dia em que a criança mais velha dá o grito da independência, qual D. Pedro nas margens do Ipiranga. O mesmo pode expressar-se numa ida ao estrangeiro (no país vizinho, é certo mas que não deixa de ser estrangeiro) para a realização de um torneio desportivo. O primeiro passo é dizer que sim, que pode ir, o segundo passo é fechar os olhos e dar o cartão multibanco para fazer o pagamento, o terceiro passo é assumir perante o treinador que se está em nervos com o assunto, o quarto passo é realizar que isso explica a dificuldade em adormecer e as dores de cabeça que me atacam os últimos dias. Chama-se preocupação e é preciso saber-se viver com ela. Há coisas piores, pois há, muito piores. Sei disso muito bem mas não deixa de ser complicado vê-los crescer e ganhar ritmo de independência. Posto isto, vou-me fazer a uma aspirina para ver se a coisa (entenda-se a minha dor de cabeça e a minha dor de preocupação) melhora.
3 de março de 2010
Queria, por favor
um dia de sol, de céu azul, de calor ameno, com fim de tarde na praia para as crianças poderem respirar o ar do mar, seguido de jantar composto por sardinhas assadas e salada de alface e pimentos grelhados acompanhadas de vinho branco frio. Sem casacos, sem chapéus de chuva, sem gotas de água a escorrer pelo meio do couro cabeludo. Muito obrigada.
27 de fevereiro de 2010
21 de fevereiro de 2010
11 de fevereiro de 2010
BN
Ninguém me encomendou uma ode à Biblioteca Nacional mas parece-me a mim importante fazer o elogio de uma coisa que funciona. Eu conheço a BN há bons anos. O segurança é simpático (na maioria dos casos), o multibanco tem dinheiro, há uma máquina de troco, o estacionamento tem um preço simpático, o sistema automático de requisição é eficaz e rápido, as casas de banho são limpas, o café é óptimo, o senhor das fotocópias é eficiente, a varanda das cadeiras de verga (que infelizmente já não tem vista para a relva porque o edifício está a ser aumentado) é grande e arejada, servindo de "fumoir" e de atendedor-de-telefones e outros afazeres. A BN tem silêncio apesar dos teclados a funcionar, tem gente a trabalhar em nome as suas investigações que levam ao saber, seja ele qual for, tem livraria e melhorou muito nos últimos tempos. E numa altura de pessimismo, em que tudo vai mal e tudo funciona tristemente eu hoje venho aqui enaltecer um dos meus sítios preferidos em Lisboa, porque o exercício do elogio é cada vez mais raro. E porque sim.
10 de fevereiro de 2010
O meu (temporário) carro amarelo
Guiar um carro amarelo (amarelo mesmo amarelo) tem destas coisas: Motoristas da Carris que olham para mim com ar solidário (aquilo parece um smart da Carris), gente nos carros atrás a gargalhar (ainda por cima com gargalhadas vindas de um golf azul escuro, que é a bem dizer a minha curta ambição automóvel desde sempre), o pai a chegar à garagem e a gritar "aahhhhh é meeeesmo a m a r e l o!!!!!", pessoas nas passadeiras a rir para mim (coitadinha, comprou um carro amarelo...), os meus dois filhos todos contentes porque se sentem no carro no Noddy, o senhor da segurança do sítio onde trabalho a balbuciar um "pois... então este é novo?..." E eu, contente porque não ando a pé, agradecida a quem me emprestou com boa vontade um carro amarelo.
8 de fevereiro de 2010
Catrapum!
O resultado de um acidente de carro, um pequeno acidente de carro, resulta sempre numa enorme chatice, que se segue a um enorme susto. A seguir ao "catrapum" do encontro entre duas chapas, é preciso chamar a polícia, reconhecer a culpa (que no caso foi minha) preencher a declaração amigável, ir apanhando chuva, tirar coisas do carro, contactar a oficina (que no meu caso foi contactada por uma amiga que fez o favor de me dar uma ajuda), conversar com o senhor agente, etc. Depois, é preciso falar a Seguradora, a oficina e o perito. Todo um processo altamente facilitado quando se lida com gente civilizada. Começando pelo senhor do outro carro, passando pelo agente da autoridade (espantado com tanto civismo, nas palavras do próprio), pelo senhor do reboque (uma figura cuja descrição daria um post), pelo senhor da oficina, esse sim, um mestre no bom profissionalismo e simpatia e acabando no atendimento do seguro, posso reconhecer que o meu acidente de carro até resultou, humanamente, numa experiência positiva, apesar de ter visto o meu carro deitado abaixo. A complicação de viver sem um carro vai ser melhorada amanhã, dia a partir do qual passarei a conduzir um igual ao meu, em amarelo, o que vai ser também uma experiência engraçada.
2 de fevereiro de 2010
30 de janeiro de 2010
Preparem-se....
Tenho testemunhado, nos últimos tempos, um fenómeno que ataca o meu mais velho - a pré adolescência. A vantagem de ter começado cedo as minhas lides de mãe é a percepção fresca de que já passei pelas mesmas coisas. Mas nada, mesmo nada, nos prepara para fenómenos como deixarmos de lhes poder dar a mão na rua, ter de ouvir em permanência respostas tortas ou comentários de teor "engraçado" e lidar em quase permanência com um ego cheio de si. Nada. Mães de crianças pequenas (ou por nascer) que visitam este blog: preparem-se. Eles começam a desafiar a nossa autoridade. Não é nenhum drama, é giro, é um grande desafio. Dá trabalho. Acima de tudo impressiona, porque eles deixam de ser queridos, pequeninos, "moldáveis" e passam a ser absolutos senhores da sua personalidade. Preparem-se!
28 de janeiro de 2010
26 de janeiro de 2010
25 de janeiro de 2010
22 de janeiro de 2010
14 de janeiro de 2010
13 de janeiro de 2010
Balanço final
Porque somos o que comemos e porque minha saúde (bem como a de todos nós) precisa de um peso equilibrado, o balanço final do meu juizo e da minha persistência alimentar é de menos 6,2 kg em 2,5 meses. Agora é aprender a manter o equilíbrio e ir ali comprar calças porque as minhas, definitivamente, não me servem.
7 de janeiro de 2010
6 de janeiro de 2010
1 de janeiro de 2010
28 de dezembro de 2009
Directamente do maralhal
Directamente do maralhal, leia-se Kidzânia, especifique-se "Sala dos Pais", compartilhada com a minha amiga Cuga, para aconselhar todos os pais que tragam cá as crianças para uma experiência gira que se farta. Pena tenho que me tenha esquecido de um livro já que se torna difícil ocupar horas a fio sem uma leitura. É a única desvantagem, aliada ao meu tamanho, que me impede de ser bombeira, actriz, esteticista, juiza ou mesmo de ir alí à Universidade fazer um Doutoramento para conseguir um ordenado melhorzinho...
22 de dezembro de 2009
Ainda porque é Natal
Recebi hoje de uma amiga, via email e para o sossego da minha casa, esta preciosidade. Talvez um dia haja disto num mercado perto de nós!
17 de dezembro de 2009
Porque é Natal
Porque é Natal, apesar de muito ter refilado, admito, gostei mesmo muito da festa de Natal dos meus filhos (admito). Porque é Natal e hoje especialmente, partilho também do usufruto deste presente (têm muito jeito, estes meus amigos, para me dar presentes felizes de Natal). Porque à sua maneira, também o sinto um bocadinho como meu, da mesma maneira que os meus também são um bocadinho deles.
Porque é Natal, desejo aos que me lêem Boas Festas mas principalmente um ano de 2010 com muitas alegrias e muita saúde.
Porque é Natal, desejo aos que me lêem Boas Festas mas principalmente um ano de 2010 com muitas alegrias e muita saúde.
16 de dezembro de 2009
A idade não perdoa.
E não perdoa mesmo. Só isso explica que eu toda a vida tenha preferido o Inverno porque toda a vida detestei calor e agora, aos 34, comece a perceber que apesar da minha relação relativamente distante com a praia, que por razões de saúde continuará distante, comece a detestar o Inverno e a desejar que chegue o Verão. É confuso? É. Tem a ver com a idade. E com a falta de tolerância ao frio, e à chuva e ao agasalhar das crianças, etc, etc.
14 de dezembro de 2009
E começa
o meu velho e clássico sentimento anti-música natalícia...
Isso e pan pipes e é a desgraça da minha sensibilidade auditiva.
Isso e pan pipes e é a desgraça da minha sensibilidade auditiva.
8 de dezembro de 2009
28 de novembro de 2009
Haiti
Não, este blog não tem como autora uma daquelas criaturas entendidas em moda (exceptue-se neste contexto a forte pancada por carteiras) e afins cujo blog se dedica unica e exclusivamente a como-vestir, como-ir-às-compras e como ser uma mulher cheia de estilo. Até porque esses blogs e essas pessoas colocam-me logo duas dúvidas. A primeira: que tal um blog que ensine como ganhar dinheiro para comprar aquele estilo todo? Hum? A segunda: algumas dessas autoras já olharam para elas próprias? Não? Se calhar deviam. É que uma coisa é ter uma Audrey Hepburn da vida (que que não precisaria nunca, sequer, de pensar nesses assuntos) ou, pronto, num registo actual, sei lá, uma Heidi Klum a dar dicas de moda. Outra coisa... é outra coisa... Adiante. Assim sendo, serve o presente apenas para dizer que a famosa Haiti, sapataria do Porto, abriu portas em frente às Amoreiras. Vale a pena. É tentador.
27 de novembro de 2009
Revisitar a História
Quando a preocupação do mundo é o dinheiro (mais do que a crise climática) e a do país é o endividamento, vale a pena revisitar a História. São alturas nas quais vale a pena ler livros destes, apesar de ser duro revisitar o sofrimento alheio. O mais interessante será concluir (e pensar) que mais uma vez a culpa é do Homem. Depois de acabado, respira-se fundo porque afinal, coisas destas ainda acontecem e são bem piores do que esse drama social intenso chamado dinheiro...
21 de novembro de 2009
O meu telefone e eu
Passei, por vicissitudes várias, de um Nokia N95 (oferecido pelo Pai, o homem por excelência da tecnologia) para um daqueles Nokia de 28 euros parecidos com brinquedos da loja dos chineses. Depois de 4 meses de infelicidade telefónica, apesar de, entenda-se, eu não gostar de tecnologia (comigo é mais carteiras e respectiva wishlist), entrou-me esta semana em casa (pela mão do pai, claro está) um outro N95. Estou que pareço uma criança. É que ele pesa e tem luz e tem toques e tudo... Uma maravilha.
20 de novembro de 2009
Tenho dito
Asneiras. Muitas. Senão, vejamos. Uma semana em casa com os dois (sem ir ao emprego, entenda-se) com uma suposta gripe A. Uma semana de normalidade. A semana seguinte com a mais nova e casa com.... ah! Exacto. Uma suposta (desta feita em tudo semelhante) gripe A. E uma semana em casa sem ir ao emprego, entenda-se. Hoje, depois de uma semana de normalidade, febre nocturna do mais velho. Debaixo do duche, juro que disse - ou pensei - uma grande asneira. Resultado: contornei a questão. É que agora as crianças a fungar assemelham-se a leprosos medievais e não vá isto ser uma.... suposta Gripe A, levei-o para o trabalho. Resolvido. Eu trabalhei, ele secou, trouxe trabalho para casa. Obrigações profissionais (aquelas que não podem ser impedidas pela tal da Gripe A) obrigam-me a ir a um cabeleireiro para perder o aspecto de mãe-anti-gripe-A-e-outras-maleitas e ele vai comigo. E já lhe passou! Será psicológico? Talvez. Mas fica de resguardo no fim de semana, não vá eu ter que estar outra semana em casa, sem ir ao meu emprego, por causa de uma suposta... gripe A. Junte-se (sim, ainda não acabei) uma hora diária de trabalhos de casa com a mais nova, que de tanto falar e sociabilizar está com um ritmo de trabalho mais lento, que me deixam derreada. Bem feita, que ninguém me mandou dar trabalho à minha mãe....
Assim sendo, estou a precisar de uma folga, não do meu trabalho intensivo de mãe mas da suposta terapêutica e análise sintomatológica dos sinais epidémicos da suposta... Gripe A, que é para ver se me consigo dedicar a fundo ao meu trabalho, que se espera complicado, pese embora aliciante, nos tempos que se adivinham. Tenho dito.
Assim sendo, estou a precisar de uma folga, não do meu trabalho intensivo de mãe mas da suposta terapêutica e análise sintomatológica dos sinais epidémicos da suposta... Gripe A, que é para ver se me consigo dedicar a fundo ao meu trabalho, que se espera complicado, pese embora aliciante, nos tempos que se adivinham. Tenho dito.
18 de novembro de 2009
Parabéns ao meu blog
Que completou 3 primaveras no passado dia 8 e a desgraçada da sua autora nem se lembrou disso...
17 de novembro de 2009
Um dia, quando fôr grande,
e depois de muitos anos de branco nas unhas, pode ser que venha a usar este verniz. Porque é giro e porque me apetece pensar em futilidades, para variar o ritmo de trabalho.
Opi, Over the taupe.
5 de novembro de 2009
28 de outubro de 2009
26 de outubro de 2009
O raminho de salsa

Não há nada que chegue à voltinha no bairro. Estando eu desde quinta feira passada a vigiar a quarentena forçada da possível presença do H5N1 nas minhas crianças, vou diariamente ao pão, logo pelas 8h00 da manhã. Hoje alarguei a voltinha a uma ida ao talho e à praça, onde comprei legumes para a sopa. As cenouras, o nabo e o alho francês, rematados com um "ó menina quer um raminho de salsa?". Impagável. Nada chega àquela borla do raminho de salsa.
24 de outubro de 2009
23 de outubro de 2009
Há 11 anos, mais ou menos por esta hora,
casei-me em Sintra e à conta de uma falha na luz, tive direito a missa com luz de velas!
22 de outubro de 2009
Uma ida a um dermatologista,
Pode significar um custo adicional de 96 euros em produtos!
Que alegria...
Que alegria...
15 de outubro de 2009
13 de outubro de 2009
Bem aventurados os pobres de espírito..
Deve ser deles o reino dos côcos. Viva o orgulho luso. E mais não digo. Tenho que controlar uma possível verborreia com a dignidade e a magnificência do silêncio...
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