28 de janeiro de 2008

25 de janeiro de 2008

Parabéns ao non que é blog


Peço desculpa pela hora tardia...
Parabéns.

Ele há dias piores que outros

Dias em que as solicitações são muitas podem dar em asneira. Dias que começam com dores de garganta podem trazer dores de cabeça. Dias em que o legado da idade e da vida nos impõem um "não há-de ser nada". Dias em que chegamos à conclusão que se calhar estamos a ficar mais optimistas. Dias negativos que afinal não o são assim tanto. Dias que são substituídos por dias melhores. Dias!

O primeiro Paul Auster


Depois de ter deixado a meio A noite do Oráculo, já lá vão uns anos, chega à minha existência A trilogia de Nova Iorque. Está no princípio mas suspeito que será o primeiro de muitos.

24 de janeiro de 2008

Quinta-feira

Eu devo aqui dizer que hoje tirei conclusões importantes.

Primeira: o desafio mais difícil de quem ensina é ensinar o que se sabe a crianças. É que se fica a duvidar do que se sabe. Ao ensinar qualquer coisa que tem a ver o percurso do homem na Terra, falo nos primeiros homens e obtenho a pergunta "mas esse não foi o Adão?". Raios, pensei. E disse: "Ah isso é na Bíblia" e passo a batata quente: "pede à tua professora de Catequese que ela explica-te". Foi chato mas enfim, arranjam-nas, resolvam-nas, que eu é mais Arte e afins. Além disso, qual colocação de voz, qual quê. Fiquei aflita das cordas vocais porque grita-se, não se fala.

Segunda: ontem uma amiga minha levou-me a almoçar a um sítio onde comi um salmão não sei quê asiático, do qual gostei tanto, tanto, tanto, que estive todo o dia a pensar no dito e vou mobilizar aqui os meus sócios para me acompanharem em mais uma sessão.

Terceira: a minha série de eleição está em crise grave. Por causa da greve de argumentistas e por causa do enredo, que está uma boa maçada. Vai daí, ando a deleitar-me com o House, season 4, e descobri um nova, das que prendem, sobre (imagine quem me conhece) Vampiros. Eu, a ver vampiros.

Quarta: tenho um livro novo da Bimby e desenvolvem-se à minha volta listas de ingredientes para comprar e realizar coisas tão fascinantes como Torta de Azeitão ou Mousse de avelã.

Dias produtivos, é o que é.

E depois havia...

... esta maravilha pedagógica e divertida.

23 de janeiro de 2008

O trauma, o horror, a mamã


E vai-se a ver, ao fim destes anos todos, apesar de ter ligado pouca importância ao desgraçadinho, pude usufruir dos últimos cinco minutos do último episódio do dito, em espanhol. Sinto-me outra.

22 de janeiro de 2008

Orgulho

Ver o exercício profissional de alguém que dá o seu esforço em troca da vontade de aprender pode ser uma experiência forte e comovente. Saber que de alguma maneira estamos a contribuir para o crescimento de quem tem aquela força de vontade estupenda, a que se junta conhecimento, esforço e qualidades humanas notáveis, é uma satisfação enorme. Podemos ficar cheios de orgulho. Aquele orgulho que se tem de um filho. Tenho vindo a perceber isso mas hoje senti com clarividência. Há dias em que ficamos profissional e pessoalmente completos. Este é um deles.

20 de janeiro de 2008

E se?

Uma reunião de contos de vários autores remete para o regicídio, este ano em efeméride. O centenário está a trazer às livrarias edições com qualidade assinalável. Esta é uma delas. Pela originalidade, pela abordagem e pela qualidade editorial, que faz delirar os apreciadores de livros atraentes. E é divertido. Muito divertido.

19 de janeiro de 2008

Chocolat muffin (ainda bolos)



Há depois os de fora, como por exemplo o muffin de chocolate, que quando são bons, são de chorar por mais. Comem-se particularmente bem em Londres. Por cá, arranjam-se na Go Natural, onde também o brownie de chocolate é mesmo, mesmo, de cair para o lado.

Aqui

18 de janeiro de 2008

Queque

(para quem gosta deles sem creme)


Aqui

Rim de chocolate

(para a satisfação virtual da gula do apreciador deles)


Aqui

Status quo

Porque há dias em que me identifico mesmo com esta música.


Com todo (mesmo todo) o respeito pelo assunto.

17 de janeiro de 2008

Black flora

é que um computador catita merece uma casa catita...
(veio de Singapura e a conselho de "quem nós sabemos")

Para abanar e animar

16 de janeiro de 2008

Eles e elas

Na artéria por excelência de Lisboa há, nos dias que correm, uma feira de vaidades. Quem ali se dirige para almoçar, observa-os, a eles e a elas, a sair dos escritórios, para uma hora de requintado almoço com colegas. Almoçam e exibem-se. Exibem-se e almoçam. Há uns tempos, este fenómeno verificava-se nas Amoreiras. Desciam ao povo, na hora do repasto, todos vestidinhos de igual (eles e elas). Agora, a feira verifica-se mais abaixo e a coisa piora quando o local escolhido para almoço é o da moda. Eles aparecem cheios de si, mais telemóvel, mais fato azul de riscas bem espaçadas e brancas. Por cima, gabardines curtas. Grandes óculos escuros, Prada, e kilos de si próprios por cima. Elas, que antigamente se cingiam ao calças-blaser uniformizado, resolveram dar largas à imaginação. E é vê-las de calções, collant opaco e sapato de sola compensada, com abertura frontal, de todo em todo útil para um dia de chuva. Parada durante 5 minutos, enquanto esperava por quem vinha almoçar, contei 1 Birkin e 6 Carolina Herrera. Alguém falou em crise económica? Quê? Não ouvi! Andando. Sentam-se e pedem não sei quê em cama de renhonhó, antecedida de azeite da quinta das azeitonas de cima, temperado com flor de sal, no qual embebem em frenesim grissinos com sementes de qualquer coisa a fingir que que são light. E continuam com uma massa tipo penne com espinafres e chevre. Não comem, nunca, sobremesa. E bebem chá de ervas, porque Birkin sim mas psiquiatras e neurologistas nunca. São um gasto desnecessário. Esqueci-me do mais importante. É que eles e elas estão "queimadíssimos". Do ski, claro.

15 de janeiro de 2008

"Quelqun qui m´a dit", que

...o Président Sarcozy casou com a Carla Bruni. Tem bom gosto, pois tem. Aqui está uma primeira dama bonita. Os "nossos" também queriam mas para eles não há. E nós temos pena. Temos muita pena.


14 de janeiro de 2008

Dantas? Pim!

"Morra o Dantas, morra! Pim!".

Para ler ou reler (e ouvir) o Manifesto Anti-Dantas.
Vale Mesmo a pena (Pum!)