Só ele sabia afirmar um Portugal "que está muito mól" e apelar à urgência de "uma greve sindicól". Alguém se lembra disto ou só eu é que tenho memória selectiva no mau sentido político da coisa?
13 de maio de 2010
12 de maio de 2010
11 de maio de 2010
Dias que ficam
Assistir de longe ao Presidente da República, perante as forças militares, tendo como fundo uma centenas de crianças a cantar com todas as suas forças o seu Hino não é coisa que vá esquecer tão cedo. Entre elas estão os meus dois filhos, que de certeza vão levar isso pela vida fora. Eu pelo menos nunca me esqueci das duas vezes que vi o Papa João Paulo II. É um dia de alegria.
10 de maio de 2010
Cereja = Cerise
Eu numa sessão de manicure, com o meu habitual cepticismo perante unhas às cores mas num dia de má disposição, opto por um tom escuro. E digo:
- Olhe, vamos tentar este. é giro. Tem cor de cereja.- Não é bem.
- (...)
- É que agora usam-se os cor de rosa e este realmente...
- Pois, pode ser que me habitue!
- E vai-lhe bem à pele, é assim um cerise.
- (...)
Percebem os anglófonos porque é que ainda fazem falta os francófonos?
6 de maio de 2010
5 de maio de 2010
"Ó mãe, estou nervoso"
A primeira insónia do meu filho deu-se ontem, na véspera do seu primeiro exame. Andou às voltas, desconsolado e hoje, acordado com mimo extra (o acordar lá de casa assemelha-se ao acordar da caserna... se um dia me faltar o emprego posso certamente ir fazer o papel de trombone matinal num qualquer quartel do país), confessou-me "ó mãe, estou nervoso". Claro que a coisa faz parte da vida e é melhor assim. O primeiro exame da minha vida foi a aferição de entrada para a Faculdade, experiência que por ter sido tardia se revelou traumática, apesar dos bons resultados. Aquilo que custa é não lhe poder dizer que os ditos exames servem para avaliar o desempenho da escola e dos professores, muito mais do que o deles. Como consolação, está prometida uma sobremesa cheia de chocolate para o jantar de hoje.
3 de maio de 2010
2 de maio de 2010
30 de abril de 2010
23 de abril de 2010
21 de abril de 2010
Janela Indiscreta
Trabalhar atrás de uma janela de vidro espelhado tem, pelos vistos, duas vertentes. Ora se está na montra e quando é assim baixa-se uma tela, ou se fica camuflado e, sem querer se assiste a coisas giras. Conversas, penteadelas de cabelos, retoques de maquilhagem e, aparentemente, duetos (mesmo) improváveis. Uma maravilha. Sempre dá para rir.
19 de abril de 2010
Fim de semana?
Como se faz um bom fim de semana? A trabalhar (sim, há situações em que trabalhar ao fim de semana sabe bem) no meio de gente civilizada e num ambiente civilizado, a ler, a ir ao teatro (Uma família portuguesa no Teatro Aberto - vale a pena ver), a almoçar num sítio verde verde verde, a afogar as papilas gustativas num cheesecake maravilhoso, a ler, a ler, a ler e a ver alguma televisão. Assim se faz um bom fim de semana. Não estive em Londres, Paris ou Nova Iorque, talvez por falta de "travel ambition" ou por achar que a minha casa e quem lá vive representam o meu ideal de descanso. E de fim de semana, claro.
15 de abril de 2010
3 de abril de 2010
Parabéns amigos
Folgo saber que cada vez tenho menos amigas solteiras.
(E tal efeméride não podia, mesmo, escapar a este blog)
:)
(E tal efeméride não podia, mesmo, escapar a este blog)
:)
30 de março de 2010
Campo
Campo, ar puro, comida da minha mãe, legumes que sabem a legumes, sono, leitura. Vou para o campo e não levo o meu pc. Boa Páscoa.
25 de março de 2010
19 de março de 2010
Agenda e listas
A minha dependência de listas e agenda começa a assustar-me. Nada que tenha que fazer e que não esteja escrito em algum sítio me vem à memória quando é preciso. Estou dependente de tópicos, de listas, listinhas e lembretes. Fico sem referências quando se acabam os post its (que por acaso acabaram ontem) e estou com memória de um qualquer bicho pequeno. Talvez esteja com memória de ouriço?
8 de março de 2010
Remeniscências
Isto lembra-me (também) as viagens de carro em pequena.
Talvez me tenha feito mudar a tendência médico-cirúrgica da minha preferência nas séries de tv.
Chama-se Glee e é giro que se farta.
Talvez me tenha feito mudar a tendência médico-cirúrgica da minha preferência nas séries de tv.
Chama-se Glee e é giro que se farta.
4 de março de 2010
O grito da independência
Chega a dada altura, na vida de uma mãe como eu, o dia em que a criança mais velha dá o grito da independência, qual D. Pedro nas margens do Ipiranga. O mesmo pode expressar-se numa ida ao estrangeiro (no país vizinho, é certo mas que não deixa de ser estrangeiro) para a realização de um torneio desportivo. O primeiro passo é dizer que sim, que pode ir, o segundo passo é fechar os olhos e dar o cartão multibanco para fazer o pagamento, o terceiro passo é assumir perante o treinador que se está em nervos com o assunto, o quarto passo é realizar que isso explica a dificuldade em adormecer e as dores de cabeça que me atacam os últimos dias. Chama-se preocupação e é preciso saber-se viver com ela. Há coisas piores, pois há, muito piores. Sei disso muito bem mas não deixa de ser complicado vê-los crescer e ganhar ritmo de independência. Posto isto, vou-me fazer a uma aspirina para ver se a coisa (entenda-se a minha dor de cabeça e a minha dor de preocupação) melhora.
3 de março de 2010
Queria, por favor
um dia de sol, de céu azul, de calor ameno, com fim de tarde na praia para as crianças poderem respirar o ar do mar, seguido de jantar composto por sardinhas assadas e salada de alface e pimentos grelhados acompanhadas de vinho branco frio. Sem casacos, sem chapéus de chuva, sem gotas de água a escorrer pelo meio do couro cabeludo. Muito obrigada.
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