29 de junho de 2009
26 de junho de 2009
18 de junho de 2009
Pronto,
A partir de agora deixarei de ter filhos na Infantil e passarei a ter dois filhos na primária, não tardam estão a largar a primária e a depois no Secundário e vai daí não tarda e estão na Faculdade. É deprimente, pois é, é mais ou menos como eu andar a perceber que a minha pele já não regenera como antigamente e faz alergia a tudo e mais alguma coisa. Vou alí comer uns m&m para afogar as mágoas. Ah mas não posso porque aí piora a alergia. Pronto.
16 de junho de 2009
15 de junho de 2009
13 de junho de 2009
10 de junho de 2009
Hoje, no Mcdonald´s
- ... e dois sundays, por favor.
- dois?
- sim, com chocolate.
- muito bem, com chocolate ambos os dois?
- pois, com chocolate ambos os dois.
- dois?
- sim, com chocolate.
- muito bem, com chocolate ambos os dois?
- pois, com chocolate ambos os dois.
(e isto a propósito do dia da portugalidade e da língua e do resto, claro)
6 de junho de 2009
Esta coisa dos amigos em quadradinhos
O que é esta parvoíce que anda aí que de repente tenho convites para um dito Facebook de gente que não sei quem é? De repente, uma Ana Sofia e uma Frederica mandaram-me um convite e eu apaguei o dito e fiquei a pensar no que era aquilo. Vai daí, chego à conclusão que quando se põe um nome qualquer no google lá aparece "não sei quantos" e Facebook. Coisa idiota, ter os amigos aos quadradinhos todos giros e cheios de óculos escuros... Eu cá ando com uma vidinha trabalhosa mas ainda tenho tempo para os ver de vez em quando em carne e osso ou para os ouvir ao telefone. Ganha-se tempo e gasta-se dinheiro em telecomunicações mas sempre se consegue ouvir a voz deles e olhar para eles em 3D...
5 de junho de 2009
2 de junho de 2009
Desagradável...
Ver o Pai a embarcar para NY e não poder ir com ele. Desagradável, no mínimo. O que vale é que vai encher a mala não da minha lista de compras (o mulherio normalmente não pensa noutra coisa mas eu só pedi 2 frascos de perfume e não, não fiz uma lista interminável de coisas da Gap para os miúdos - sou atípica, verdade?) mas de conhecimentos culturais e profissionais.
31 de maio de 2009
A casa da minha irmã
A casa da minha irmã cheira-me a infância. Os fins de tarde deixam saudades. Aquelas paredes contam muita história. O barulho do comboio é o mesmo. "O comboio que vai dar entrada na linha 2..." continua a soar igual. O cheiro mantém-se. Oiço a minha avó a mandar-me "tirar a gadelha dos olhos". Lembra-me aqueles almoços e jantares cheios de fruta. Lembra-me o meu avô a lavar as uvas na tijela com água. Lembra-me a correria escada acima, escada abaixo. A casa da minha irmã preserva a minha infância, o meu "e agora a espada era a lei??". Em casa da minha irmã já não sou pequena porque o são os meus sobrinhos e os meus filhos, que, vá-se lá saber porquê, também vão deixar alí as memórias das infâncias deles. Em casa da minha irmã conversa-se muito. Em casa da minha irmã e do meu cunhado comi ontem um arroz de lingueirão de fazer chorar as linhas do caminho de ferro da estação que lhe fica em frente.
23 de maio de 2009
Inesquecível
Já a ouvi ao vivo pelo Pedro Abrunhosa, já a ouvi vezes sem conta no primeiro Shreck, o Leonard Cohen canta-a com plenos direitos, o Damien Rice não vai mal, tal como o Bon Jovi Sempre que a oiço tento concentrar-me para aproveitar toda a sua força de música bonita. Nunca me tinha feito deitar lágrimas. Fez hoje, quando cantada numa igreja, por um coro fresco, juvenil e de vozes límpidas. Inesquecível.
22 de maio de 2009
Não dá mesmo para perceber
As criancinhas do mesmo sítio onde as minhas criancinhas fazem natação, são "enduchadas" e "empijamadas" directamente do balneário para casa e eu não consigo descrever os nervos que aquilo me dá. Parecem desgraçadinhos, sinceramente. Os meus tomam banho, vestem-se e quando chegam a casa vestem o pijama. É tão simples e tão mais simpático...
Nota importante: O Non ressuscitou. Aleluia.
Nota importante: O Non ressuscitou. Aleluia.
16 de maio de 2009
13 de maio de 2009
12 de maio de 2009
Bem-aventurados os invejosos
A inveja está para algum do português como o fado, o azulejo ou o caldo verde. A diferença é que se o fado se ouve, o azulejo se olha e o caldo verde se come, o mesmo não acontece ao invejoso. Esse aguenta-se. Mas ele há invejosos e invejosos, claro. Há uns mais fáceis de aturar que outros. Há-os que de tão estupidamente invejosos se tornam em absoluto ridículos. São mesquinhos, vêm do nada e para o nada vão, nada fazem para sair do marasmo do nada e do alto de toda a sua ridícula magnitude de invejosos, debitam catadupas de palavras cheias de nada para atingir de forma supostamente inteligente (e tão ridícula) os que do alto fazem pela vida, pelo evoluir, pelo conhecimento, em suma, pela tal tentativa de um tudo que se opõe com força ao tal nada. Bem-aventurados os invejosos que com a sua maldizência insignificante fazem com que alguns consigam querer ir mais e mais longe, consigam ter estímulo para buscar sempre e sempre não o tudo mas o caminho do quase tudo, com humildade e sempre aplaudindo o sucesso dos seus pares. Bem-aventurados os invejosos. Bem-aventurado fado, bem-aventurado azulejo e bem-aventurado caldo verde, que fazem da alma lusa essa coisa louvável. E bem-aventurado blog, que me permite descarregar nas teclas de um computador as agruras da inveja dos outros, só porque sim.
8 de maio de 2009
Parece que vai ser assim
28 de abril de 2009
Os pequenos nadas da vida
É que hoje pediram-me para assinar a primeira fita da minha carreira e deu-me um gozo descomunal. Vê-los crescer é fantástico. E são estes pequenos nadas que fazem tudo.
26 de abril de 2009
Us and them
A vantagem de ao longo da vida ter tido a felicidade de raras vezes ter convivido de perto com gente estúpida e completamente desinteressante tornou-me imune a gente estúpida e desinteressante. Com a idade e contra vontade das minhas próprias escolhas é-me difícil ter que conviver, ainda que por instantes breves, com gente estúpida e desinteressante. Quem são? São aqueles que por gosto e não valendo nada que se veja de assim tão extraordinário se apresentam aos nossos olhos cheios de si e completamente desprovidos de humildade ou de qualquer sentido de "saber estar". Cheios de sentido do bem apregoado catolicismo (que talvez seja diferente daquele que eu pratico) apresentam-se, a eles e aos filhos, como se fossem donos do querer e do ser. São portanto diferentes da gente pouco inteligente ou mal criada. São piores, muito piores. E este país de falsas vedetas está apinhado deles. Primeiro irritam-me mas depois fico feliz da vida por não ser como eles. Lembra-me aquela música dos Pink Floyd.... Us and them, And after all were only ordinary men.
20 de abril de 2009
FACP
Parece a outra sigla mas não é. A última palavra não é "científica" mas "piolhosa". Isto para perguntar se alguém me sabe dizer se existe algum organismo de estado que dê bolsas e subsídios para a obtenção, em farmácias, dos produtos que tiram a vida aos piolhos. É que este ano já comprei 3 frascos de panamix (a 21 euros cada), um repele (a 15 euros) e hoje foram mais dois de Nix (12 euros, mais químico - é o desespero). O pior é mesmo o tempo que se perde a fazer aquelas operações. E sem poder dizer coisas feias enquanto se esmigalham aquelas .... com as unhinhas. Valha-me de consolo um fim de semana na lezíria ribatejana e a 4ª temporada da Grey que recebi ontem fresquinha. Apelo assim ao Fundo de Apoio à Comunidade Piolhosa.
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