28 de dezembro de 2009

Directamente do maralhal

Directamente do maralhal, leia-se Kidzânia, especifique-se "Sala dos Pais", compartilhada com a minha amiga Cuga, para aconselhar todos os pais que tragam cá as crianças para uma experiência gira que se farta. Pena tenho que me tenha esquecido de um livro já que se torna difícil ocupar horas a fio sem uma leitura. É a única desvantagem, aliada ao meu tamanho, que me impede de ser bombeira, actriz, esteticista, juiza ou mesmo de ir alí à Universidade fazer um Doutoramento para conseguir um ordenado melhorzinho...

22 de dezembro de 2009

Ainda porque é Natal

Recebi hoje de uma amiga, via email e para o sossego da minha casa, esta preciosidade. Talvez um dia haja disto num mercado perto de nós!

17 de dezembro de 2009

Porque é Natal

Porque é Natal, apesar de muito ter refilado, admito, gostei mesmo muito da festa de Natal dos meus filhos (admito). Porque é Natal e hoje especialmente, partilho também do usufruto deste presente (têm muito jeito, estes meus amigos, para me dar presentes felizes de Natal). Porque à sua maneira, também o sinto um bocadinho como meu, da mesma maneira que os meus também são um bocadinho deles.
Porque é Natal, desejo aos que me lêem Boas Festas mas principalmente um ano de 2010 com muitas alegrias e muita saúde.

16 de dezembro de 2009

A idade não perdoa.

E não perdoa mesmo. Só isso explica que eu toda a vida tenha preferido o Inverno porque toda a vida detestei calor e agora, aos 34, comece a perceber que apesar da minha relação relativamente distante com a praia, que por razões de saúde continuará distante, comece a detestar o Inverno e a desejar que chegue o Verão. É confuso? É. Tem a ver com a idade. E com a falta de tolerância ao frio, e à chuva e ao agasalhar das crianças, etc, etc.

14 de dezembro de 2009

E começa

o meu velho e clássico sentimento anti-música natalícia...
Isso e pan pipes e é a desgraça da minha sensibilidade auditiva.

8 de dezembro de 2009

28 de novembro de 2009

Haiti



Não, este blog não tem como autora uma daquelas criaturas entendidas em moda (exceptue-se neste contexto a forte pancada por carteiras) e afins cujo blog se dedica unica e exclusivamente a como-vestir, como-ir-às-compras e como ser uma mulher cheia de estilo. Até porque esses blogs e essas pessoas colocam-me logo duas dúvidas. A primeira: que tal um blog que ensine como ganhar dinheiro para comprar aquele estilo todo? Hum? A segunda: algumas dessas autoras já olharam para elas próprias? Não? Se calhar deviam. É que uma coisa é ter uma Audrey Hepburn da vida (que que não precisaria nunca, sequer, de pensar nesses assuntos) ou, pronto, num registo actual, sei lá, uma Heidi Klum a dar dicas de moda. Outra coisa... é outra coisa... Adiante. Assim sendo, serve o presente apenas para dizer que a famosa Haiti, sapataria do Porto, abriu portas em frente às Amoreiras. Vale a pena. É tentador.

27 de novembro de 2009

Revisitar a História

Quando a preocupação do mundo é o dinheiro (mais do que a crise climática) e a do país é o endividamento, vale a pena revisitar a História. São alturas nas quais vale a pena ler livros destes, apesar de ser duro revisitar o sofrimento alheio. O mais interessante será concluir (e pensar) que mais uma vez a culpa é do Homem. Depois de acabado, respira-se fundo porque afinal, coisas destas ainda acontecem e são bem piores do que esse drama social intenso chamado dinheiro...


21 de novembro de 2009

O meu telefone e eu

Passei, por vicissitudes várias, de um Nokia N95 (oferecido pelo Pai, o homem por excelência da tecnologia) para um daqueles Nokia de 28 euros parecidos com brinquedos da loja dos chineses. Depois de 4 meses de infelicidade telefónica, apesar de, entenda-se, eu não gostar de tecnologia (comigo é mais carteiras e respectiva wishlist), entrou-me esta semana em casa (pela mão do pai, claro está) um outro N95. Estou que pareço uma criança. É que ele pesa e tem luz e tem toques e tudo... Uma maravilha.

20 de novembro de 2009

Tenho dito

Asneiras. Muitas. Senão, vejamos. Uma semana em casa com os dois (sem ir ao emprego, entenda-se) com uma suposta gripe A. Uma semana de normalidade. A semana seguinte com a mais nova e casa com.... ah! Exacto. Uma suposta (desta feita em tudo semelhante) gripe A. E uma semana em casa sem ir ao emprego, entenda-se. Hoje, depois de uma semana de normalidade, febre nocturna do mais velho. Debaixo do duche, juro que disse - ou pensei - uma grande asneira. Resultado: contornei a questão. É que agora as crianças a fungar assemelham-se a leprosos medievais e não vá isto ser uma.... suposta Gripe A, levei-o para o trabalho. Resolvido. Eu trabalhei, ele secou, trouxe trabalho para casa. Obrigações profissionais (aquelas que não podem ser impedidas pela tal da Gripe A) obrigam-me a ir a um cabeleireiro para perder o aspecto de mãe-anti-gripe-A-e-outras-maleitas e ele vai comigo. E já lhe passou! Será psicológico? Talvez. Mas fica de resguardo no fim de semana, não vá eu ter que estar outra semana em casa, sem ir ao meu emprego, por causa de uma suposta... gripe A. Junte-se (sim, ainda não acabei) uma hora diária de trabalhos de casa com a mais nova, que de tanto falar e sociabilizar está com um ritmo de trabalho mais lento, que me deixam derreada. Bem feita, que ninguém me mandou dar trabalho à minha mãe....

Assim sendo, estou a precisar de uma folga, não do meu trabalho intensivo de mãe mas da suposta terapêutica e análise sintomatológica dos sinais epidémicos da suposta... Gripe A, que é para ver se me consigo dedicar a fundo ao meu trabalho, que se espera complicado, pese embora aliciante, nos tempos que se adivinham. Tenho dito.

18 de novembro de 2009

Parabéns ao meu blog

Que completou 3 primaveras no passado dia 8 e a desgraçada da sua autora nem se lembrou disso...

17 de novembro de 2009

Um dia, quando fôr grande,

e depois de muitos anos de branco nas unhas, pode ser que venha a usar este verniz. Porque é giro e porque me apetece pensar em futilidades, para variar o ritmo de trabalho.



Opi, Over the taupe.

5 de novembro de 2009

26 de outubro de 2009

O raminho de salsa


Não há nada que chegue à voltinha no bairro. Estando eu desde quinta feira passada a vigiar a quarentena forçada da possível presença do H5N1 nas minhas crianças, vou diariamente ao pão, logo pelas 8h00 da manhã. Hoje alarguei a voltinha a uma ida ao talho e à praça, onde comprei legumes para a sopa. As cenouras, o nabo e o alho francês, rematados com um "ó menina quer um raminho de salsa?". Impagável. Nada chega àquela borla do raminho de salsa.

24 de outubro de 2009

23 de outubro de 2009

Há 11 anos, mais ou menos por esta hora,

casei-me em Sintra e à conta de uma falha na luz, tive direito a missa com luz de velas!

22 de outubro de 2009

Uma ida a um dermatologista,

Pode significar um custo adicional de 96 euros em produtos!
Que alegria...

15 de outubro de 2009

13 de outubro de 2009

Bem aventurados os pobres de espírito..



Deve ser deles o reino dos côcos. Viva o orgulho luso. E mais não digo. Tenho que controlar uma possível verborreia com a dignidade e a magnificência do silêncio...