30 de março de 2010

Campo

Campo, ar puro, comida da minha mãe, legumes que sabem a legumes, sono, leitura. Vou para o campo e não levo o meu pc. Boa Páscoa.

25 de março de 2010

19 de março de 2010

Agenda e listas

A minha dependência de listas e agenda começa a assustar-me. Nada que tenha que fazer e que não esteja escrito em algum sítio me vem à memória quando é preciso. Estou dependente de tópicos, de listas, listinhas e lembretes. Fico sem referências quando se acabam os post its (que por acaso acabaram ontem) e estou com memória de um qualquer bicho pequeno. Talvez esteja com memória de ouriço?


8 de março de 2010

Remeniscências

Isto lembra-me (também) as viagens de carro em pequena.
Talvez me tenha feito mudar a tendência médico-cirúrgica da minha preferência nas séries de tv.
Chama-se Glee e é giro que se farta.

4 de março de 2010

O grito da independência

Chega a dada altura, na vida de uma mãe como eu, o dia em que a criança mais velha dá o grito da independência, qual D. Pedro nas margens do Ipiranga. O mesmo pode expressar-se numa ida ao estrangeiro (no país vizinho, é certo mas que não deixa de ser estrangeiro) para a realização de um torneio desportivo. O primeiro passo é dizer que sim, que pode ir, o segundo passo é fechar os olhos e dar o cartão multibanco para fazer o pagamento, o terceiro passo é assumir perante o treinador que se está em nervos com o assunto, o quarto passo é realizar que isso explica a dificuldade em adormecer e as dores de cabeça que me atacam os últimos dias. Chama-se preocupação e é preciso saber-se viver com ela. Há coisas piores, pois há, muito piores. Sei disso muito bem mas não deixa de ser complicado vê-los crescer e ganhar ritmo de independência. Posto isto, vou-me fazer a uma aspirina para ver se a coisa (entenda-se a minha dor de cabeça e a minha dor de preocupação) melhora.

3 de março de 2010

Queria, por favor

um dia de sol, de céu azul, de calor ameno, com fim de tarde na praia para as crianças poderem respirar o ar do mar, seguido de jantar composto por sardinhas assadas e salada de alface e pimentos grelhados acompanhadas de vinho branco frio. Sem casacos, sem chapéus de chuva, sem gotas de água a escorrer pelo meio do couro cabeludo. Muito obrigada.

27 de fevereiro de 2010

O planeta está zangado,

e a par da Guerra, assusta-me a Natureza em fúria.

21 de fevereiro de 2010

No Porto





Janta-se maravilhosamente no Cafeína e dorme-se bem na nova Pousada. Viva o Porto!

11 de fevereiro de 2010

BN

Ninguém me encomendou uma ode à Biblioteca Nacional mas parece-me a mim importante fazer o elogio de uma coisa que funciona. Eu conheço a BN há bons anos. O segurança é simpático (na maioria dos casos), o multibanco tem dinheiro, há uma máquina de troco, o estacionamento tem um preço simpático, o sistema automático de requisição é eficaz e rápido, as casas de banho são limpas, o café é óptimo, o senhor das fotocópias é eficiente, a varanda das cadeiras de verga (que infelizmente já não tem vista para a relva porque o edifício está a ser aumentado) é grande e arejada, servindo de "fumoir" e de atendedor-de-telefones e outros afazeres. A BN tem silêncio apesar dos teclados a funcionar, tem gente a trabalhar em nome as suas investigações que levam ao saber, seja ele qual for, tem livraria e melhorou muito nos últimos tempos. E numa altura de pessimismo, em que tudo vai mal e tudo funciona tristemente eu hoje venho aqui enaltecer um dos meus sítios preferidos em Lisboa, porque o exercício do elogio é cada vez mais raro. E porque sim.

10 de fevereiro de 2010

O meu (temporário) carro amarelo

Guiar um carro amarelo (amarelo mesmo amarelo) tem destas coisas: Motoristas da Carris que olham para mim com ar solidário (aquilo parece um smart da Carris), gente nos carros atrás a gargalhar (ainda por cima com gargalhadas vindas de um golf azul escuro, que é a bem dizer a minha curta ambição automóvel desde sempre), o pai a chegar à garagem e a gritar "aahhhhh é meeeesmo a m a r e l o!!!!!", pessoas nas passadeiras a rir para mim (coitadinha, comprou um carro amarelo...), os meus dois filhos todos contentes porque se sentem no carro no Noddy, o senhor da segurança do sítio onde trabalho a balbuciar um "pois... então este é novo?..." E eu, contente porque não ando a pé, agradecida a quem me emprestou com boa vontade um carro amarelo.


8 de fevereiro de 2010

Catrapum!

O resultado de um acidente de carro, um pequeno acidente de carro, resulta sempre numa enorme chatice, que se segue a um enorme susto. A seguir ao "catrapum" do encontro entre duas chapas, é preciso chamar a polícia, reconhecer a culpa (que no caso foi minha) preencher a declaração amigável, ir apanhando chuva, tirar coisas do carro, contactar a oficina (que no meu caso foi contactada por uma amiga que fez o favor de me dar uma ajuda), conversar com o senhor agente, etc. Depois, é preciso falar a Seguradora, a oficina e o perito. Todo um processo altamente facilitado quando se lida com gente civilizada. Começando pelo senhor do outro carro, passando pelo agente da autoridade (espantado com tanto civismo, nas palavras do próprio), pelo senhor do reboque (uma figura cuja descrição daria um post), pelo senhor da oficina, esse sim, um mestre no bom profissionalismo e simpatia e acabando no atendimento do seguro, posso reconhecer que o meu acidente de carro até resultou, humanamente, numa experiência positiva, apesar de ter visto o meu carro deitado abaixo. A complicação de viver sem um carro vai ser melhorada amanhã, dia a partir do qual passarei a conduzir um igual ao meu, em amarelo, o que vai ser também uma experiência engraçada.

2 de fevereiro de 2010

30 de janeiro de 2010

Preparem-se....

Tenho testemunhado, nos últimos tempos, um fenómeno que ataca o meu mais velho - a pré adolescência. A vantagem de ter começado cedo as minhas lides de mãe é a percepção fresca de que já passei pelas mesmas coisas. Mas nada, mesmo nada, nos prepara para fenómenos como deixarmos de lhes poder dar a mão na rua, ter de ouvir em permanência respostas tortas ou comentários de teor "engraçado" e lidar em quase permanência com um ego cheio de si. Nada. Mães de crianças pequenas (ou por nascer) que visitam este blog: preparem-se. Eles começam a desafiar a nossa autoridade. Não é nenhum drama, é giro, é um grande desafio. Dá trabalho. Acima de tudo impressiona, porque eles deixam de ser queridos, pequeninos, "moldáveis" e passam a ser absolutos senhores da sua personalidade. Preparem-se!

28 de janeiro de 2010

25 de janeiro de 2010

22 de janeiro de 2010

14 de janeiro de 2010

A propósito...

Pense no Haiti, reze pelo Haiti


13 de janeiro de 2010

Balanço final

Porque somos o que comemos e porque minha saúde (bem como a de todos nós) precisa de um peso equilibrado, o balanço final do meu juizo e da minha persistência alimentar é de menos 6,2 kg em 2,5 meses. Agora é aprender a manter o equilíbrio e ir ali comprar calças porque as minhas, definitivamente, não me servem.

7 de janeiro de 2010

Chegou à minha existência

Um dos livros mais extraordinários de sempre.
(Obrigada Pai)