17 de novembro de 2011

Para mim, uma crise tão grave como a outra

E não me dá vontade nenhuma de rir.... aqui

14 de outubro de 2011

Vamos lá ver

Agora que já não somos ameaçados pela doença e estamos definitivamente infectados, avancemos. Assim já dói tudo de uma vez e enfrenta-se a situação, mesmo com falta de medicação disponível. Isto de ser historiador tem vantagens. Quando os meus amigos dizem que isto nunca esteve não mau eu pergunto, mas alguma vez isto esteve bem? Esteve, lá nos idos heróicos (e fascinantes) das especiarias e do desbravar do Mundo e porque é que chegámos aí? Porque precisávamos de riqueza, não havia. Esteve, quando veio o ouro do Brasil. Demos cabo dele, em obras megalómanas (abençoadas). Entretanto, sobrevivemos a um terramoto imortalizado nas palavras de Voltaire e a uma guerra da qual muitos já não se lembram, eu lembro-me dela porque a vivi por osmose familiar. Vive-se a guerra económica, vamos repensar a vida mas somos bons sobreviventes. Espera-se que lá para Alemanha aquilo não sejam ecos pré ditatoriais, porque afinal de contas a história é ciclica. Não é por acaso que as "usines" francesas e alemãs e as "padarias" cariocas de meados do século XX estão a dar lugar às empresas angolanas e brasileiras. É que isto dá voltas mas nós temos que sobreviver. Com amor à pátria, aos montes, como a tal pimenta do tempo dos navegantes.

10 de outubro de 2011

4 de outubro de 2011

2000 | 2003 | 2011

De repente percebi que os meus filhos já têm 8 e 11 anos. Hoje o mais velho faz 11 anos. O nascimento dele foi uma conquista de vida, uma alegria desmedida e enfim, desta sabe bem que me conhece todas as cores. O dela também, sem tirar nem por mas reveste-se de um cariz mais revolucionário ainda, porque nasceu "ela" e habituou-me um bocadinho mais ao movimento e à desarrumação. Ainda bem. Passados 11 anos e no meio de um dia árduo que se faz acompanhar de uma enxaqueca que já leva 4 dias, parei para pensar e cheguei à conclusão que me considero uma boa mãe e essa sim é uma vitória, pessoal e valiosa. Só isso explica que há uns dias (sim, antes da enxaqueca) um deles me tenha dito: "mãe, eu não lhe vou dar problemas". E quem tem disto, tem tudo.

18 de setembro de 2011

Serve o presente

Só para informar os meus eventuais e parcos leitores que isto de eu não vir aqui opinar acerca de coisa nenhuma se prende com uma absoluta ausência de tempo para tudo o que não seja trabalhar e (nos intervalos) ocupar-me da existência de dois filhos. Cada vez percebo menos essa coisa das mulheres executivas e políticas que são estrondosas no seu desempenho profissional e ainda se dizem mães extremosas. Não percebo porque eu estou longe de ser uma das duas coisas e dá-me cabo dos nervos não ter capacidade mental para marcar uma consulta médica que já devia ter tido lugar antes do Verão, quanto mais dizer-me mãe extremosa..... Até já.

8 de agosto de 2011

Speedy


O novo modelo, saído do forno,


e o clássico :)

19 de julho de 2011

Boas paragens


Darwin´s Café, não pela comida mas pelo espaço e pelo rio.
E pelo cheiro a Ciência.

18 de julho de 2011

A propósito do (meu) coração




Este vem da Anatomia do Gray e o meu está sanado.

14 de julho de 2011

7 de julho de 2011

A fé? É isto.

"Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor. Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará."

Maria José Nogueira Pinto, "Nada me faltará", Diário de Notícias.

29 de junho de 2011

Boas efemérides

15 anos de namoro. Hoje.

28 de junho de 2011

Ter ou não ter

Não tenho tempo, não tenho vagar, não me dá para escrever aqui, não me dá para escrever outras coisas noutros sítios, não me dá para atender às novas propostas do governo, não em dá para ver as minhas séries habituais, não me dá para exposições, não me dá para as reuniões iguais às outras que foram exactamente como a última, não me dá. Tenho calor, tenho necessidade de férias, tenho necessidade de livros, tenho necessidade de um daqueles livros arrebatadores, tenho necessidade de petiscar gambas cozidas e vinho branco. Conclusão, ter ou não ter pode ser a minha questão, de maneira que urge comprar um livro, pegar nos meus filhos e petiscar gambas e vinho branco à beira mar.

3 de junho de 2011

São muitos



Mas estes são os próximos a fazer companhia ao Gandhi no meu frigorífico.Da esquerda para a direita, apresentam-se Jesus, Einstein, Marx e o cão de Pavlov. Vivem todos aqui.

1 de junho de 2011

Facto


A minha agenda era suficiente e deixou de ser.
Vive na dependência de post its anexos.....

27 de maio de 2011

Catrapum!

Pronto, há alturas na vida em que tudo acontece ao mesmo tempo. Sei lá, por exemplo o pai vai passar uns tempos longe e de repente tive direito a uma acumulação de funções. A segunda tem a vantagem de não me dar tempo para pensar na primeira. Os desafios profissionais são bons, alguns metem medo e trazem alguns amargos de boca mas são importantes para que mostremos a nós e aos outros (eventualmente) o que valemos. Ah e mudei de cheiro, ao fim de muitos anos. É muita coisa ao mesmo tempo. Aproximam-se tempos complexos no meu microcosmos mas há saúde e boa vontade. O resto resolve-se. Quanto ao primeiro item, que passe depressa que o meu sentido familiar não se coaduna com ausências muito prolongadas, embora haja vantagens na passagem pelos freeshops da vida....

3 de maio de 2011