14 de novembro de 2010
13 de novembro de 2010
12 de novembro de 2010
11 de novembro de 2010
Adeus "Senhor do Adeus"
Não sei se se lembram mas o Sr. João. Pairava atento no Restelo e no Saldanha. Dedicava-se com afinco ao aceno. Dizia adeus às pessoas. E gostava de cinema. Gostava acima de tudo das pessoas. Era só e dedicava-se a dizer-lhes adeus. Eu retribui muitas vezes o adeus ao Sr. João. E ainda bem, porque ele já cá não está. Fazem falta as pessoas que gostam simplesmente de pessoas.
5 de novembro de 2010
Gargalhar e natas
Chegam ao meu email documentos, numa singela sexta feira ao fim da tarde na qual me dedico afincadamente a um bacalhau com natas, cerimoniosamente enviados para conhecimento geral, que de tão engraçados e estrondosamente curiosos deviam dar para gargalhar. Vale-me a minha ironia e o meu sentido de humor, indubitavelmente.
4 de novembro de 2010
3 de novembro de 2010
29 de outubro de 2010
"Sempre a correr??!!!"
Vou eu esbaforida corredor fora quando oiço "Bom dia!!!! Anda sempre a correr???!!!" E eu respondo "Bom dia, sempre!" Ora bem, na realidade eu estava aflita para despejar meia garrafa de 1,5 litro mas aquele comentário deixou-me a pensar. De facto eu pareço uma espécie de tgv à escala de um edifício centenário... Ando sempre a correr porque não gosto de sair da toca, detesto parar porque parar é perigoso, nunca se sabe onde há gente pensativa e intelectualmente produtiva (ou não) num corredor e nunca se sabe até que ponto, ao virar de uma esquina e no galgar de um qualquer degrau se podem ouvir notícias tristes. Perninhas, para que te quero!!!!
28 de outubro de 2010
Do país doente
"Mãe, eu sei que a vida está difícil mas quando o país estiver bom a mãe pode comprar-me uns autocolantes?"
"..."
"Mãe, fiz uma pergunta."
"Podes, filha mas entretanto podes usar o teu dinheiro."
"..."
"Mãe, fiz uma pergunta."
"Podes, filha mas entretanto podes usar o teu dinheiro."
"Posso mas como isto está..."
Observações: São surpreendentes as afirmações das crianças quando menos as esperamos, tem graça a noção de que o país está doente (teremos médica??) e tem mais graça ainda os meus filhos nunca terem sido habituados a serem consumistas porque isto agora de encarar a "doença" nacional vai ser mais fácil.
Observações: São surpreendentes as afirmações das crianças quando menos as esperamos, tem graça a noção de que o país está doente (teremos médica??) e tem mais graça ainda os meus filhos nunca terem sido habituados a serem consumistas porque isto agora de encarar a "doença" nacional vai ser mais fácil.
27 de outubro de 2010
Maravilhas da tecnologia
É incrível, estou a trabalhar num projecto com um colega sérvio. Manda-me a parte dele que eu preciso de juntar à minha, que por sua vez lhe foi enviada do pc de casa, logo, não está nos enviados. Vou à pendrive mas também não está, vou ao pc do trabalho e também não está ("tão arrumadinha, tão arrumadinha mas depois não encontra o que precisa", está o "pai" a pensar no momento em que lê estas linhas)... Não quero deixar a coisa para depois de maneira que vou buscá-la onde? A Belgrado, via email. É extraordinário, que seria de nós sem correio electrónico?
26 de outubro de 2010
O frio vem aí,
25 de outubro de 2010
Pode? Pode.
Pode a resposta a uma carta com a sugestão e a criação de uma coisa nova (que não implica valores, pessoas nem quaisquer complicações) estar a demorar três meses e meio? Pode.
Por incrível que possa parecer, pode.
Por incrível que possa parecer, pode.
22 de outubro de 2010
A Arte e eles
De quando em vez lembro-me de dar uso à minha formação académica e ofereço às turmas dos meus filhos uma aula a propósito da História da Arte e saem coisas maravilhosas: "Alguém sabe o que é a Arte?" (...) "Então, são as obras primas, as óperas e todas as coisas que até nós crianças fazemos e que são bonitas". Tantos anos de estudo podiam resumir-se assim, de forma clara...
18 de outubro de 2010
As (des)alegrias da maternidade
A minha visão realista, pese embora feliz, da maternidade nunca me permitiu devaneios como "ai que bom estar grávida", "ai que maravilha dormir pouco", etc. Achei sempre que isto de ser mãe havia de trazer, mesmo antes da tenebrosa adolescência (coitada da minha mãe que teve de me aturar), amargos de boca. De repente, sentimo-nos na eminência (ou de facto) de cabeça perdida com a frustração (a nossa colada à deles) de não os conseguir fazer atingir um objectivo. Porque o bem estar deles, o que passa também pelo cumprimento dos seus afazeres diários, pela sua auto estima e saúde cerebral, não se limita portanto ao óbvio e às vezes torna-se um desafio de nervos. Porque ser mãe não traz como pressuposto saber sempre manter a calma (e aqui entra a frustração de não ter a calma olímpica da minha mãe, tenho desgraçadamente essa falha no meu código genético), não traz livro de instruções e não traz a obrigação divina de saber como reagir nas (des)alegrias da maternidade. E às vezes falhamos, acima de tudo porque queremos ser uma referência de serenidade, pese embora de rigor. São as (des)alegrias da maternidade, que nos frustram a nós, a eles e que tornam alguns dias piores do que outros, fazendo dos factores macroeconómicos, menores e insignificantes perante questões de fundo microfamiliar.
15 de outubro de 2010
13 de outubro de 2010
Quem espera...
Quase um ano em busca de um santo que me arranjasse 2 janelas depois, com muito telefonema e muita insistência, hoje, finalmente, as ditas estão arranjadas. Quem espera pacientemente (ou não) lá consegue o que precisa. Entretanto, na minha reconciliação com a cozinha e com a minha bimby (que já tenho há muito tempo portanto não estou com síndrome de histeria bimbólica) usufruo a partir de hoje de um novo e maravilhoso livro de receitas base, com o dobro das receitas, separador de protecção e sem gorduras e rasgões do uso.


10 de outubro de 2010
7 de outubro de 2010
6 de outubro de 2010
Coisas desagradáveis
Em dia de chuva, sair de casa com sabrinas, sentir frio nos pés e rezar por umas botas...
4 de outubro de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)





