O resultado de um acidente de carro, um pequeno acidente de carro, resulta sempre numa enorme chatice, que se segue a um enorme susto. A seguir ao "catrapum" do encontro entre duas chapas, é preciso chamar a polícia, reconhecer a culpa (que no caso foi minha) preencher a declaração amigável, ir apanhando chuva, tirar coisas do carro, contactar a oficina (que no meu caso foi contactada por uma amiga que fez o favor de me dar uma ajuda), conversar com o senhor agente, etc. Depois, é preciso falar a Seguradora, a oficina e o perito. Todo um processo altamente facilitado quando se lida com gente civilizada. Começando pelo senhor do outro carro, passando pelo agente da autoridade (espantado com tanto civismo, nas palavras do próprio), pelo senhor do reboque (uma figura cuja descrição daria um post), pelo senhor da oficina, esse sim, um mestre no bom profissionalismo e simpatia e acabando no atendimento do seguro, posso reconhecer que o meu acidente de carro até resultou, humanamente, numa experiência positiva, apesar de ter visto o meu carro deitado abaixo. A complicação de viver sem um carro vai ser melhorada amanhã, dia a partir do qual passarei a conduzir um igual ao meu, em amarelo, o que vai ser também uma experiência engraçada.
8 de Fevereiro de 2010
2 de Fevereiro de 2010
30 de Janeiro de 2010
Preparem-se....
Tenho testemunhado, nos últimos tempos, um fenómeno que ataca o meu mais velho - a pré adolescência. A vantagem de ter começado cedo as minhas lides de mãe é a percepção fresca de que já passei pelas mesmas coisas. Mas nada, mesmo nada, nos prepara para fenómenos como deixarmos de lhes poder dar a mão na rua, ter de ouvir em permanência respostas tortas ou comentários de teor "engraçado" e lidar em quase permanência com um ego cheio de si. Nada. Mães de crianças pequenas (ou por nascer) que visitam este blog: preparem-se. Eles começam a desafiar a nossa autoridade. Não é nenhum drama, é giro, é um grande desafio. Dá trabalho. Acima de tudo impressiona, porque eles deixam de ser queridos, pequeninos, "moldáveis" e passam a ser absolutos senhores da sua personalidade. Preparem-se!
28 de Janeiro de 2010
26 de Janeiro de 2010
25 de Janeiro de 2010
22 de Janeiro de 2010
14 de Janeiro de 2010
13 de Janeiro de 2010
Balanço final
Porque somos o que comemos e porque minha saúde (bem como a de todos nós) precisa de um peso equilibrado, o balanço final do meu juizo e da minha persistência alimentar é de menos 6,2 kg em 2,5 meses. Agora é aprender a manter o equilíbrio e ir ali comprar calças porque as minhas, definitivamente, não me servem.
7 de Janeiro de 2010
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